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Interessa

Jornal O TEMPO

O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.

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  • 37 episodes
  • daily
  • Avg 57 min
  • Portuguese
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  • #601
    August 18 · 57 min

    Interessa | Comprar sem gastar? O que os “Dopamine Sites” revelam sobre a ansiedade e o vício em recompensa

    E se você pudesse comprar, apostar e acompanhar uma entrega sem gastar... absolutamente nada? Essa é a proposta dos chamados “Dopamine Sites”, plataformas que ganharam força entre a Geração Z e já chegaram ao Brasil. Nelas, usuários simulam compras, montam carrinhos, acompanham entregas fictícias e até participam de jogos de aposta sem colocar dinheiro de verdade em jogo. A lógica por trás dessas plataformas está menos no produto comprado e mais na expectativa da recompensa. Pesquisar, escolher, colocar algo no carrinho e imaginar que aquilo está chegando podem proporcionar uma sensação momentânea de prazer e aliviar tédio, ansiedade ou frustração. Mas quando o celular se transforma na principal ferramenta para escapar de qualquer desconforto, onde termina o passatempo e começa um comportamento compulsivo? No programa, a bancada feminina vai discutir por que estamos tão acostumados a respostas rápidas e recompensas instantâneas e como recuperar a capacidade de lidar com espera, tédio e frustração sem precisar de um estímulo a cada poucos segundos. Afinal, será que estamos comprando alguma coisa - ou tentando comprar alguns minutos de felicidade? Para acompanhar outros conteúdos, siga o Interessa no Intagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #600
    August 17 · 59 min

    Interessa | "Ele ouve, mas não entende": TPAC, o transtorno pouco conhecido que pode ser confundido com TDAH e dislexia

    Ouvir bem não significa, necessariamente, compreender bem o que se ouve. Esse é um dos pontos centrais do Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC), condição em que os exames de audição podem estar normais, mas o cérebro encontra dificuldade para organizar, interpretar e dar significado aos sons. O caso de Alex, filho da jornalista Queila Ariadne, ajuda a ilustrar o desafio: foram cerca de sete anos de acompanhamento com fonoaudiólogos até que a condição fosse identificada e tratada. Durante esse período, as dificuldades foram confundidas com desatenção, problemas de aprendizagem e até dislexia. Segundo a American Speech-Language-Hearing Association (ASHA), alterações no processamento auditivo podem atingir entre 2% e 5% das crianças em idade escolar. No programa, vamos explicar como o TPAC pode aparecer na infância, na vida adulta e também entre idosos, além de discutir seus sinais, diagnóstico e tratamento. Crianças podem ter dificuldade para acompanhar explicações e aulas; adultos podem sofrer para acompanhar reuniões, conversas longas ou ambientes barulhentos. Para ajudar a gente a entender o que é o TPAC, como ele é diagnosticado e tratado e por que ele pode ser confundido com TDAH e dislexia, recebemos a fonoaudióloga Letícia Maria Martins Vasconcelos Parreira, mestre em Ciências da Saúde pela UFMG, especialista em audiologia clínica e em processamento auditivo central e professora do curso de fonoaudiologia das Faculdades de Ciências Médicas de Minas Gerais. Para acompanhar outros conteúdos, siga o Interessa no Intagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #599
    August 14 · 55 min

    Interessa | Existe um número certo de parceiros sexuais?

    Existe uma quantidade “ideal” de parceiros sexuais? Essa pergunta, que parece simples, revela muito mais sobre os nossos julgamentos do que sobre a vida íntima de cada pessoa. A declaração da atriz Carolina Dieckmann, que contou ter tido quatro parceiros sexuais ao longo da vida, abriu espaço para uma conversa sobre como a sociedade ainda cria regras para medir a sexualidade. Mais do que discutir a escolha pessoal da atriz, a proposta do programa desta sexta-feira (14) é entender por que o número de parceiros virou, para muitas pessoas, sinônimo de experiência, maturidade ou até qualidade sexual. Afinal, existe mesmo relação entre quantidade de parceiros e uma vida sexual mais satisfatória? E por que homens e mulheres ainda são avaliados com pesos diferentes quando o assunto é liberdade sexual? No Interessa Podcast, que vai ao ar a partir das 14h, ao vivo, pelos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube, vamos conversar sobre os padrões sociais construídos em torno do comportamento sexual e sobre a ideia de que existe uma “média correta” para todo mundo. Pesquisas mostram que nem a própria sociedade chega a um consenso sobre qual seria esse número ideal - justamente porque essa régua é muito mais cultural do que uma regra universal. Siga o Interessa nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ e TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo.

  • #598
    August 13 · 57 min

    Interessa | Se liderar é o sucesso, por que tantos jovens estão dizendo "não" à chefia?

    Durante décadas, crescer profissionalmente significava subir degraus na hierarquia: assumir uma equipe, virar gerente, coordenador ou diretor. Mas esse modelo de sucesso parece estar sendo... revisado. Cada vez mais jovens estão recusando cargos de liderança por entenderem que o aumento de salário nem sempre compensa a pressão, a responsabilidade e a perda de qualidade de vida. Pesquisas mostram que as novas gerações estão redefinindo o significado de realização profissional. Segundo dados da Deloitte, apenas 6% dos integrantes da Geração Z e dos millennials apontam chegar a um cargo de chefia como principal objetivo de carreira. Em contrapartida, propósito, saúde mental, flexibilidade e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho aparecem como prioridades. A bancada feminina busca entender se estamos diante de uma geração menos ambiciosa ou apenas de profissionais com uma nova visão sobre sucesso. Afinal, ser líder hoje ainda representa reconhecimento ou virou sinônimo de mais cobrança? As empresas estão preparadas para oferecer modelos de liderança mais atrativos? E é possível construir uma carreira de sucesso sem necessariamente estar no topo da hierarquia? Siga o Interessa nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ e TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo.

  • #597
    August 12 · 55 min

    Interessa | Na saúde… e na doença? Por que alguns relacionamentos não sobrevivem quando o amor passa a exigir cuidado?

    O amor costuma ser associado à ideia de parceria em todos os momentos - inclusive nos mais difíceis. "Na saúde e na doença". Mas o que acontece quando a relação deixa de ser construída apenas sobre companheirismo, planos e momentos felizes e passa a exigir cuidado, paciência e renúncias? A partir da repercussão do documentário “Meu Nome é Preta”, que trouxe novamente à tona a trajetória de Preta Gil e os desafios enfrentados durante o tratamento contra o câncer, vamos discutir por que algumas relações conseguem atravessar grandes crises enquanto outras se desfazem justamente quando um dos parceiros mais precisa de apoio. A doença transforma a dinâmica de um casal. Consultas, exames, limitações físicas, medo e insegurança passam a fazer parte da rotina. Nossa bancada fala sobre o que sustenta uma relação diante da vulnerabilidade, os impactos emocionais para quem cuida e para quem é cuidado, e por que permanecer ao lado de alguém vai muito além da presença física: envolve escuta, acolhimento e disponibilidade emocional. Siga o Interessa nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ e TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo.

  • #596
    August 11 · 1 hr 5 min

    Interessa | Assumir os cachos foi uma conquista! Como cuidar deles sem que isso se torne um trabalho integral?

    Assumir os cabelos naturais deixou de ser apenas uma escolha estética para se tornar um movimento de identidade, autoestima e liberdade. Mas, junto com essa conquista, muitas mulheres passaram a enfrentar um novo desafio: como cuidar dos cachos sem dedicar horas do dia à lavagem, finalização, hidratação e ao famoso "day after"? Ao lado de especialistas, a bancada feminina conversa sobre os mitos e verdades da rotina capilar das cacheadas e onduladas. Existe uma finalização ideal para cada tipo de curvatura? Toda cacheada precisa seguir um cronograma capilar? É possível recuperar os fios após procedimentos químicos? E, principalmente, como adaptar os cuidados à correria da vida real sem abrir mão da saúde dos cabelos e da autoestima? Acompanhe esse bate-papo e descubra como tornar a relação com os cachos mais leve, prática e possível. Siga também o Interessa nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ e TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo.

  • #595
    August 10 · 56 min

    Interessa | Intolerância à lactose X Alergia à proteína do leite: confundir os dois pode ser perigoso

    Dor de barriga depois de tomar leite significa intolerância à lactose? Nem sempre. O Interessa Podcast desta segunda-feira (10) esclarece as diferenças entre a intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite, duas condições frequentemente confundidas, mas que têm causas, sintomas e riscos bastante distintos. Ao lado da gastroenterologista Dra. Juliana Heimann Gibram, médica e professora de pós-graduação em Gastroenterologia da Afya Educação Médica Belo Horizonte, a bancada explica como diferenciar um problema digestivo de uma reação imunológica. O programa também alerta para sinais que exigem atendimento médico imediato, especialmente em crianças, e reforça os riscos de eliminar leite e derivados da alimentação sem diagnóstico e acompanhamento profissional. Se você já se perguntou se precisa cortar o leite da dieta ou conhece alguém que convive com esse tipo de restrição alimentar, participe da conversa. Acompanhe e siga nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

  • #594
    August 7 · 45 min

    Interessa | Leite condensado, mel, chantilly: o que pode e o que não pode no sexo

    Leite condensado, mel, chantilly, chocolate... Será que vale tudo na hora do sexo? Nesta sexta-feira (07) com 'S de Sexo', o Interessa aproveita a repercussão da série Jogada de Risco, do Globoplay, para discutir um fetiche que voltou aos holofotes: o food play, prática que envolve o uso de alimentos durante a relação sexual. A cena protagonizada por Bruna Griphao e Juan Paiva despertou curiosidade nas redes sociais, mas também levantou dúvidas importantes. Afinal, o que realmente pode ser usado sem riscos? Quais alimentos devem ser evitados nas regiões íntimas? O terapeuta e educador sexual psicossomático Fernando Ravi explica por que substâncias como leite condensado, mel, chantilly e chocolate podem alterar o pH da região genital, favorecer infecções e provocar irritações. O programa também aborda os cuidados com óleos naturais, o uso de alimentos apenas na pele externa e os principais erros que podem comprometer a saúde íntima. Acompanhe esse bate-papo informativo e sem tabus, com orientações baseadas em saúde e bem-estar. Siga o Interessa nas redes sociais e participe da conversa: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

  • #593
    August 6 · 1 hr 1 min

    Interessa | Todo relacionamento está destinado a acabar - recomeçaria com a mesma pessoa?

    Será que todo relacionamento vai, fatalmente, chegar ao fim e 'pronto, acabou, chega' - ou é possível recomeçar uma nova história com a mesma pessoa? Esse é o tema do Interessa Podcast desta quinta-feira (06), que parte do sucesso do filme O Convite para refletir sobre os desafios das relações duradouras. Durante o programa, a bancada debate uma provocação inspirada na fala da psicoterapeuta Esther Perel: "Todo relacionamento está destinado a acabar em algum momento. Mas nada impede que você comece um novo com a mesma pessoa." A propósito, a frase foi a inspiração para o longa! A conversa vai abordar o desgaste da rotina, o impacto dos ressentimentos, a perda da intimidade e como muitos casais continuam dividindo a mesma casa, mas já não compartilham a mesma relação. O terapeuta Gabriel Aguilar, especialista em terapia de casal, participa da discussão trazendo caminhos para reconstruir vínculos sem, necessariamente, trocar de parceiro. Acompanhe esse debate e participe da conversa ao vivo. Siga o Interessa nas redes sociais e fique por dentro dos próximos episódios: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

  • #592
    August 5 · 55 min

    Interessa | Caso Gabi Martins: “não confie em quem se filma chorando"

    A cantora Gabi Martins emocionou os fãs ao revelar que perdeu o padrinho poucas horas antes de subir ao palco para um show. Mesmo abalada, cumpriu o compromisso profissional e recebeu o carinho do público. A polêmica, no entanto, surgiu depois que ela compartilhou um vídeo gravado no camarim, mostrando um momento de profundo sofrimento. Afinal, o que muda quando uma emoção íntima deixa de ser apenas vivida e passa a ser registrada, editada e publicada nas redes sociais? Cada vez mais, cenas de luto, crises de ansiedade, términos de relacionamento e diagnósticos médicos se transformam em conteúdo digital. Onde termina o desabafo espontâneo e começa a produção de conteúdo? Será que precisamos que alguém testemunhe nossa dor para que ela pareça legítima? A bancada feminina discute o impacto das redes sociais na forma como elaboramos o sofrimento, o conceito de "testemunha emocional" e como a busca por validação pode influenciar a maneira como vivemos nossas emoções. Siga também o Interessa no Instagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #591
    August 4 · 59 min

    Interessa | "Até que a morte nos separe" ainda faz sentido quando a gente vive quase 80 anos?

    Durante séculos, dizer "até que a morte nos separe" significava, na prática, compartilhar uma parte relativamente curta da vida. Hoje, com a expectativa de vida próxima dos 80 anos, uma união pode atravessar cinco ou seis décadas. Nesse cenário, surge uma pergunta inevitável: será que o modelo de casamento que herdamos acompanha a forma como vivemos hoje? A história da supermodelo Paulina Porizkova, que voltou a se casar aos 61 anos após reconstruir a própria vida e encontrar um novo companheiro por meio de um aplicativo de relacionamentos, representa essa transformação. Ao mesmo tempo em que os divórcios aumentam, cresce também a possibilidade de recomeçar. Mas isso significa que estamos menos comprometidos ou apenas mais livres para escolher permanecer ou partir quando uma relação deixa de fazer sentido? O programa conversa com a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins sobre a forma como a longevidade transformou os relacionamentos, por que as pessoas mudam ao longo da vida e se ainda faz sentido esperar que um casamento permaneça igual por 50 ou 60 anos. Siga também o Interessa no Instagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #590
    August 3 · 49 min

    Toxoplasmose: doença que afeta um terço da população mundial ganha ainda mais importância em um país que nunca teve tantos gatos | Interessa Podcast

    O Brasil nunca teve tantos pets. Com apartamentos menores e a vida corrida, a população de felinos nos lares não para de crescer — já são cerca de 30 milhões de gatos conquistando os brasileiros! Mas junto com esse amor, ainda sobrevive um mito antigo e injusto: a ideia de que o gato é o grande “vilão” da toxoplasmose. No Interessa de hoje, nossa bancada recebeu a médica infectologista Dra. Melissa Bianchetti Valentini para desmistificar o assunto. Elas explicaram como o contágio mais frequente acontece pelo consumo de carnes cruas/malpassadas, água e vegetais mal higienizados, o papel do pré-natal para proteger as gestantes e por que não há motivo para pânico ou abandono de animais.

  • #589
    July 31 · 53 min

    Interessa | "Academia do Sexo": sexo também é exercício?

    Quem viveu os anos 2010 certamente se lembra do sucesso de 'Academia das Maravilhas', do Bonde das Maravilhas, que brincava com a ideia de que "pra entrar nela tem que malhar todo dia". Anos depois, artistas como Gloria Groove também voltaram a associar força, confiança corporal e movimento à sensualidade. Mas será que existe fundamento científico nessa relação? Afinal, sexo pode ser considerado uma atividade física? E o preparo do corpo realmente faz diferença na qualidade da vida sexual? Além do gasto de energia, a discussão passa por temas como fortalecimento do assoalho pélvico, mobilidade, resistência, flexibilidade e até as dores musculares que algumas pessoas sentem depois da relação. Exercícios físicos podem melhorar o desempenho sexual? Existe um treino que favorece o prazer? E quando o desconforto após o sexo é esperado ou merece investigação médica? Flávio Teixeira, especialista em sexualidade e relacionamentos, marca presença para explicar como condicionamento físico, saúde e sexualidade podem caminhar juntos, sempre com base em evidências e sem tabus. Siga também o Interessa no Instagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #588
    July 30 · 1 hr 3 min

    Interessa | Coloque as amigas na agenda: qualquer amizade precisa de manutenção

    Existe uma ideia bastante difundida de que amizades verdadeiras sobrevivem a qualquer distância, meses sem conversar ou agendas lotadas. Mas será que isso é verdade? Na infância e na adolescência, a convivência fazia parte da rotina. Já na vida adulta, ninguém mais encontra os amigos "por acaso". Entre trabalho, filhos, relacionamentos e compromissos, as amizades acabam ficando para depois e, muitas vezes, se enfraquecem sem que ninguém perceba. E se a solução fosse tão simples quanto colocar os amigos na agenda? Um café antes do trabalho, uma caminhada, um almoço rápido ou até uma ida ao mercado juntos podem ser suficientes para manter o vínculo vivo. Afinal, amizade também precisa de investimento, cuidado e presença, sem que isso se transforme em uma obrigação. A psicóloga Juliana Marcondes senta junto a nossa bancada para conversar sobre como cultivar amizades na vida adulta, por que costumamos priorizar os relacionamentos amorosos e quais estratégias ajudam a preservar vínculos importantes mesmo em meio à correria. Siga também o Interessa no Instagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #587
    July 29 · 57 min

    Interessa | A geração que se orgulha de ter sido criada solta, mas morre de medo de dar dois passos de distância dos filhos

    Quem hoje tem 30, 40 ou 50 anos costuma contar, com orgulho, que viveu uma infância de muita liberdade: brincava na rua até anoitecer, andava de bicicleta sem equipamentos de proteção, inventava brincadeiras sem supervisão constante e aprendia a resolver conflitos na convivência com outras crianças. Hoje, muitos desses mesmos adultos se tornaram pais e vivem uma realidade completamente diferente, marcada por aplicativos de localização, vigilância permanente e uma preocupação constante em evitar qualquer risco. É claro que o mundo mudou e exige cuidados que antes não faziam parte da rotina das famílias. Mas será que, na tentativa de proteger os filhos de todo tropeço, frustração ou arranhão, os adultos também estão impedindo que eles desenvolvam autonomia, autoconfiança e inteligência emocional? Este é o tema do dia no Interessa Podcast, que começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Vamos discutir como encontrar o equilíbrio entre proteção e liberdade, os desafios da parentalidade contemporânea e por que permitir pequenas experiências também faz parte do desenvolvimento infantil. Siga também o Interessa nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

  • #586
    July 28 · 1 hr 1 min

    Interessa | "Isso não é roupa para a sua idade": quem criou essa regra?

    Quem foi que determinou que certas roupas têm prazo de validade, hein? Madonna tem 67 anos, subiu ao palco do show de encerramento da Copa do Mundo recentemente fazendo uma apresentação digna de uma das maiores artistas da história - cantou, dançou, pulou, entregou uma performance física impressionante, com um figurino exuberante assinado pela Saint Laurent e coberto por cristais Swarovski. E para algumas pessoas, ao invés de admiração, isso despertou... preconceito. Ao invés de colocar o foco na potência artística da artista, alguns julgam a forma como ela se apresenta para o mundo, por exemplo, por meio das roupas que usa - ‘ah, porque ela tem quase 70 anos’. Por que o envelhecimento masculino costuma ser celebrado, enquanto mulheres maduras ainda são julgadas pela forma como se vestem? Frases como "isso não é roupa para a sua idade" ou "você já passou dessa fase" continuam limitando escolhas e reforçando padrões que parecem atingir quase exclusivamente o público feminino. Muitas mulheres seguem sendo pressionadas a desaparecer esteticamente com o passar dos anos. Será que elegância significa, necessariamente, discrição? A apresentadora Renata Zacaroni recebe a consultora de imagem Larissa Fernandes junto às jornalistas Thalita Martins e Lorena Martins para discutir como essas regras foram construídas, por que recaem principalmente sobre as mulheres e como construir um estilo que respeite a personalidade em qualquer fase da vida. Siga também o Interessa no Instagram (https://www.instagram.com/programainteressa/) e no TikTok (https://www.tiktok.com/@interessa.otempo).

  • #585
    July 27 · 1 hr

    Interessa | Era "só" uma enxaqueca? Quando a dor de cabeça pode esconder algo muito mais grave

    Dor de cabeça faz parte da rotina de milhões de brasileiros e, muitas vezes, acaba sendo tratada como algo comum. Mas e quando ela não é "só" uma enxaqueca? Casos recentes chamaram a atenção para esse risco. A delegada Elaine Fernandes procurou atendimento acreditando estar com uma crise de sinusite e enxaqueca, mas recebeu o diagnóstico de AVC. Já a jovem jornalista e escritora, Tayla Sanchez, conviveu por quase dois anos com fortes dores de cabeça, inicialmente tratadas como enxaqueca, até evoluir para convulsões, coma induzido e um quadro neurológico gravíssimo. O alerta vai ao encontro de um cenário destacado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): as doenças neurológicas estão entre as principais causas de incapacidade no mundo. AVC, demências e diferentes tipos de cefaleias reforçam a importância do diagnóstico precoce, da prevenção e da atenção aos sinais que o corpo envia. Afinal, como identificar quando uma dor de cabeça foge do padrão habitual e exige atendimento urgente? Renata Zacaroni recebe a neurologista Dra. Helena Providelli, junto as jornalistas Flaviane Paixão e Janaína Fonseca, para esclarecer as diferenças entre enxaqueca e outras cefaleias, explicar os sinais de alerta para doenças neurológicas e orientar sobre quando procurar ajuda médica.

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