
transcript
show notes
Em setembro de 2026, a Assembleia-Geral da ONU aprovou uma resolução histórica para promover o uso de mapas que representem fielmente o tamanho real dos continentes, combatendo a distorção da tradicional projeção de Mercator. Esta decisão, impulsionada pelo Togo e pelo Grupo Africano, incentiva a adoção de alternativas como a projeção Equal Earth em contextos educativos e digitais para corrigir a sub-representação visual de África. O texto destaca que a escolha de um mapa não é um ato neutro, funcionando antes como uma ferramenta de pensamento crítico e literacia mediática. No contexto escolar português, o artigo propõe utilizar este caso prático para ensinar os alunos a questionar a objetividade das representações geográficas e a influência destas na nossa perceção do mundo. A iniciativa sublinha que, embora o mapa de Mercator seja útil para a navegação, a sua escala desproporcional reforça preconceitos que as Nações Unidas pretendem agora mitigar através de uma cartografia mais equitativa.






