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Platão desconfiava da escrita e nós desconfiamos do telemóvel
Há mais de dois milénios que se escreve contra a escrita, e a queixa nunca chegou a envelhecer. Um ensaio recente de Marcos Alonso e um livro de três académicos italianos, comentados por Carlos A. Scolari no blogue Hipermediaciones, ajudam a perceber por que razão cada tecnologia nova traz o mesmo susto e o que isso muda na maneira como professores e alunos podem olhar para o telemóvel, para o ecrã e para a inteligência artificial.
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