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Onde se analisa o ensaio do neurocientista Anil Seth, que desafia a crença popular de que a inteligência artificial poderá tornar-se consciente apenas por atingir um elevado nível de desenvolvimento. O autor argumenta que a consciência difere fundamentalmente da inteligência, estando intrinsecamente ligada aos processos biológicos da vida e do metabolismo, e não a meras simulações computacionais. Desta forma, sustenta que os sistemas digitais atuais não possuem capacidade de sentir, alertando para os perigos éticos e psicológicos de atribuir estatuto moral ou traços humanos a estas tecnologias. Em suma, as fontes sublinham a necessidade de distinguir entre simulação e realidade, defendendo que a obsessão em criar máquinas conscientes menospreza a natureza biológica humana.





