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Onde se explora a complexa e incerta questão da consciência na inteligência artificial, analisando se as máquinas avançadas poderão vir a possuir sentimentos genuínos e experiências subjetivas num futuro próximo. Aborda-se o debate filosófico e científico sobre a essência da consciência, avaliando argumentos tradicionais como o teste de Turing, a sala chinesa de Searle e teorias funcionalistas. Os autores argumentam que, perante a rapidez da engenharia tecnológica e a estagnação da ciência da consciência, a humanidade poderá criar sistemas com aparência de inteligência sem saber ao certo se são verdadeiramente conscientes. Esta incerteza levanta dilemas profundos e urgentes sobre direitos, ética e a responsabilidade social de tratar entidades artificiais como seres conscientes ou como meros simuladores desprovidos de vida interior.





