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Sobre um documento da Agência Espanhola de Proteção de Dados explora a inteligência artificial agêntica e os seus impactos na privacidade e no tratamento de dados pessoais. Diferente da IA generativa comum, os agentes de IA operam com autonomia e proatividade, decomponendo tarefas complexas em cadeias de raciocínio para atingir objetivos específicos. A fonte detalha diversas vulnerabilidades, como a interação direta com ambientes digitais e a integração de serviços externos, que exigem novas estratégias de governação. São propostas medidas de controlo rigorosas, incluindo a proteção de dados desde o desenho, a supervisão humana e a gestão ética da memória dos sistemas. O guia serve como uma orientação técnica para que responsáveis e encarregados de tratamento possam mitigar ameaças específicas e garantir o cumprimento normativo.





