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Artwork for Ridículas
EducationSelf-Improvement

Ridículas

Gabriela Portella

O Ridículas nasceu daquilo que sempre tentaram diminuir: nossas opiniões, nossas vivências, nossa forma de existir.
A gente resolveu assumir o nome — e devolver com argumento, ironia e zero paciência para rótulos.
Aqui tem conversa de verdade, risada no meio do caos e muita vontade de questionar tudo.
Se incomoda? Ótimo.
Se faz pensar? Melhor ainda.
Vamos ser Ridículas juntas?!
Novos episódios toda quarta-feira.

@ridiculaspodcast

#ridiculas
#conversasfemininas
#semrotulos
#prontaspracausar

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  • 20 episodes
  • weekly
  • Avg 26 min
  • Portuguese
  • Wednesday · 59 min

    E se eu não quiser ser mãe?

    Porque a sociedade se incomoda tanto com mulheres que não querem ser mães? Neste episódio do Ridículas, eu conversei com Nathi Narciso sobre a escolha de não ser mãe — e sobre o que acontece quando uma mulher decide não cumprir um dos maiores roteiros impostos às mulheres: casar, engravidar e construir uma família com filhos. Falamos sobre casamento, pressão social, congelamento de óvulos, medo do parto, arrependimento e essa curiosa necessidade que as pessoas têm de encontrar uma explicação para uma mulher que simplesmente diz: “Eu não quero.” Refletimos sobre o porquê da Sociedade ainda achar que toda mulher deveria querer a maternidade. 🎧 Dá o play e vem conversar. 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • September 30 · 14 min

    O tempo das coisas

    Você sente que a sua vida está em câmera lenta enquanto todo mundo parece estar correndo? ⏳ A gente vive na era da imediatidade. Comida chega em minutos, respostas aparecem em segundos e tudo parece estar a um clique de distância. Só que a vida não funciona assim. Tem coisa que precisa de tempo. Precisa de tentativa, frustração, amadurecimento, raízes crescendo no escuro antes de qualquer broto aparecer. E talvez uma das coisas mais difíceis seja entender que fazer a nossa parte não significa controlar o resultado. Neste episódio, eu falo sobre a ansiedade de esperar, a comparação com a vida editada das redes sociais, a ilusão de que tudo depende apenas do nosso esforço e sobre como aprender a respeitar o tempo das coisas — sem confundir espera com ficar parada. Porque nem tudo que demora está dando errado. Às vezes, está apenas criando raiz. 🌱 E você? Tem alguma coisa na sua vida que está tentando apressar? 🎧 Dá o play em O Tempo das Coisas e vem conversar comigo sobre aprender a viver sem tanta pressa. Vamos ser Ridículas sem pressa pra vida? 💙 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • September 23 · 21 min

    Amar sem se perder

    Desde cedo, aprendemos que existe alguém esperando por nós. A tampa da panela, a alma gêmea, o príncipe encantado… E, sem perceber, podemos começar a acreditar que estar sozinha é estar incompleta. Mas será que questionar o amor romântico significa deixar de acreditar no amor? Não. ❤️ Podemos continuar gostando das flores, das declarações, do frio na barriga, dos planos a dois e de tudo aquilo que faz o romance ser gostoso. O que precisamos questionar é quando a fantasia nos faz aceitar o inaceitável, permanecer por medo da solidão ou desaparecer dentro de uma relação. Porque amar alguém não deveria significar deixar de existir. O nosso “felizes para sempre” é justamente construir uma vida inteira, bonita e nossa — e então abrir espaço para alguém compartilhá-la com a gente. ✨ 🎧 No episódio de hoje, a conversa é sobre amor romântico, medo da solidão, expectativas e, principalmente, sobre amar sem se abandonar. Vamos ser Ridículas? 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • September 9 · 23 min

    E se eu fosse uma mulher dos anos 80?

    E se você tivesse vivido nos anos 80, quem você seria? A nova trend do Instagram nos convida a imaginar como seríamos naquela década de cabelos volumosos, ombreiras, neon, paetês e muita música. Mas, no Ridículas, a gente resolveu ir além da nostalgia. Porque os anos 80 não foram apenas uma estética: foram anos de redemocratização, mobilização popular, efervescência cultural e importantes conquistas para as mulheres. Neste episódio, viajamos no tempo para perguntar: o que dessa mulher dos anos 80 eu gostaria de trazer para o presente? E o que eu deixaria por lá? Falamos sobre moda, cultura pop, democracia, feminismo, corpo, sucesso, liberdade e sobre a mulher que precisou lutar para conquistar direitos que hoje parecem tão básicos. E, claro, pensamos em quem seríamos se tivéssemos vivido aquela época — e quem teríamos permissão para ser. A moda pode voltar. O cabelo pode voltar. A ombreira pode voltar. Mas algumas coisas… que fiquem definitivamente nos anos 80. 🎧 Dá o play e vem viajar no tempo com a gente, Ridículas! 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • September 2 · 20 min

    O que você tenta controlar para não sentir?

    E se a nossa necessidade de controlar tudo for, na verdade, uma tentativa de evitar o medo, a frustração e o imprevisível? Neste episódio, parto de uma experiência pessoal em que precisei abrir mão do controle para refletir sobre o quanto tentamos planejar, prever e controlar a vida para nos sentirmos seguras. Com o amadurecimento percebemos que nem tudo está nas nossas mãos. E que abrir mão do controle não significa desistir. Significa confiar que, quando a vida sair do roteiro, ainda seremos capazes de atravessa-la. Então fica a pergunta: O que você pode parar de controlar para começar a viver? 🎧 Dá o play e vem conversar comigo sobre controle, entrega e a coragem de deixar a vida acontecer.

  • August 26 · 20 min

    O peso de uma vida não vivida

    Quantas vezes a gente confunde estar viva com estar vivendo? Acordar, trabalhar, cumprir tarefas, pagar contas, esperar o fim de semana… e, quando percebe, mais um ano passou. Inspirada em O Peso do Pássaro Morto, de Aline Bei, neste episódio eu falo sobre as pequenas desistências, os sonhos que vamos deixando para depois, o medo de sentir e a vida que, sem perceber, podemos transformar em sobrevivência. Porque talvez a pergunta não seja apenas “quanto tempo ainda temos?”, mas: o que estamos fazendo com o tempo que temos? 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • August 19 · 22 min

    Nem santa, nem pecadora: somos inteiras

    Você se considera uma pessoa boa? E o que acontece quando sentimos raiva, inveja, ciúme, ambição ou egoísmo? Neste episódio, falamos sobre a nossa necessidade de sermos “boas”, a culpa que aprendemos a sentir por emoções consideradas negativas e o que acontece quando tentamos ser luz o tempo inteiro. Entre a sombra de Jung e o Yin e Yang, fica o convite: não precisamos eliminar a nossa sombra. Precisamos aprender a reconhecê-la e decidir o que fazer com ela. Porque maturidade não é não sentir. É sentir, reconhecer e escolher. 🎧 Novo episódio de Ridículas já disponível. Qual parte da sua sombra você ainda tem medo de reconhecer? 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • August 12 · 26 min

    Foda-se, quarentei!

    Eu “quarentei”! 🎂 E, entre uma viagem com amigas, muito samba, um vendaval no Rio e algumas boas reflexões, percebi que fazer 40 não é sobre chegar a algum lugar — é sobre reconhecer tudo o que já atravessamos. Neste episódio especial, compartilho o que essa nova década tem me ensinado sobre envelhecer, amadurecer, deixar para trás o que já não faz sentido e, principalmente, sobre a liberdade de não precisar mais provar quem sou, o que conquistei ou se estou vivendo a vida “certa”. Aos 40, talvez a pergunta não seja mais “onde eu deveria estar?”, mas “onde eu quero estar agora?” Que venham os 40. ❤️ 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • August 5 · 49 min

    A mentira da rivalidade feminina

    Você já parou para pensar se a rivalidade feminina é realmente natural ou se fomos ensinadas a competir umas com as outras? Neste episódio do Ridículas, Gabriela recebe a psicóloga e engenheira Ticiana Mesquita, autora de um Trabalho sobre Os Efeitos das Redes Sociais na Subjetividade das Mulheres, para uma conversa profunda sobre uma das estratégias mais eficientes do patriarcado: transformar mulheres em concorrentes. Ao longo do episódio, voltamos à história para entender como a disputa entre mulheres foi construída socialmente, passamos por mitos como o Julgamento de Páris, Medusa e as narrativas iorubás de Oxum, Iansã e Obá, refletimos sobre a "prateleira do amor", conceito de Valeska Zanello, e discutimos como o mito da beleza, descrito por Naomi Wolf, continua alimentando comparações, inseguranças e a sensação de que precisamos disputar afeto, reconhecimento e espaço. Também conversamos sobre o papel das redes sociais nessa dinâmica: como os algoritmos reforçam padrões de beleza e comportamento, estimulam comparações constantes e transformam nossas vidas em vitrines. Mas, ao mesmo tempo, refletimos sobre o potencial desses espaços para criar redes de apoio, fortalecer outras mulheres e romper com uma lógica que nunca nos beneficiou. Porque a maior mentira que nos contaram é a de que mulheres nasceram para competir entre si. Dê o play e venha descobrir quem realmente ganha quando mulheres brigam — e por que reconhecer umas às outras como aliadas pode ser um dos atos mais revolucionários do nosso tempo. 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • July 29 · 20 min

    O Dia em que Oxum Parou o Mundo

    Você já parou para pensar por que dizem que as meninas "amadurecem mais rápido"? E por que aquilo que os homens gostam é chamado de paixão, enquanto os gostos das mulheres tantas vezes são tratados como futilidade? Neste episódio, partimos de situações que viralizaram nas redes sociais para refletir sobre as desigualdades que aprendemos a enxergar como naturais. Da carga mental que acompanha tantas mulheres desde a infância aos diferentes pesos e medidas aplicados ao lazer masculino e feminino, questionamos quem realmente se beneficia dessas regras. Inspirado também pelo livro Mulheres e Deusas, de Renato Noguera, revisitamos o Itã da revolta de Oxum — uma história ancestral que nos lembra que nenhuma sociedade se sustenta quando silencia as mulheres e transforma seu trabalho em obrigação invisível. Porque o problema nunca foi a nossa maturidade, os nossos gostos ou a nossa forma de existir, mas um sistema que espera que a gente cuide de tudo, mas participe de quase nada. Dá o play e vem refletir com a gente sobre as regras que herdamos — e sobre aquelas que já passou da hora de mudar. 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • July 22 · 14 min

    Não tenho medo da morte

    Inspirado pela comoção em torno do primeiro ano da partida de Preta Gil, este episódio reflete sobre as diferentes formas de luto: a perda de quem amamos, o fim de ciclos, os sonhos que não se concretizaram, as versões de nós mesmas que precisaram morrer para que outras pudessem nascer. A partir das reflexões de Viviane Mosé, Clarissa Pinkola Estés e da própria trajetória de Preta Gil, Gabriela compartilha memórias, vulnerabilidades e aprendizados sobre o medo de perder, a necessidade de controle, a coragem de sentir e a importância de encontrar lugares seguros para viver a dor. Porque talvez o maior desafio não seja aceitar a morte, mas permitir que certas partes de nós morram para que a vida continue acontecendo. Um episódio sobre lágrimas, presença, despedidas, amor e recomeços. 🎧 Vamos ser Ridículas juntas? 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • July 15 · 15 min

    Quem é você para além da sua ocupação?

    Quem é você quando ninguém pergunta o que você faz? Durante muito tempo, aprendemos a responder essa pergunta com o nosso cargo, a nossa profissão ou a nossa produtividade. Mas o que acontece quando o trabalho muda, quando o emprego acaba ou quando simplesmente percebemos que já não cabemos mais no lugar que ocupávamos? Neste episódio, compartilho um pouco da minha própria experiência de deixar um trabalho, enfrentar o desemprego e descobrir como é difícil separar quem somos daquilo que produzimos. Também conversamos sobre a lógica da produtividade que atravessa nossas vidas, inspiradas pelas reflexões de Byung-Chul Han e Mariane Santana, e sobre como fomos ensinadas a acreditar que nosso valor depende da nossa utilidade. Ao longo da conversa, fazemos um convite para olhar a prosperidade por outro ângulo, inspiradas pelas cosmovisões dos povos originários e das tradições africanas e afro-brasileiras, que nos lembram que viver bem talvez tenha muito mais a ver com pertencimento, equilíbrio, comunidade e tempo do que com desempenho. Se você já sentiu culpa por descansar, medo de não ser suficiente ou a sensação de que precisa estar sempre produzindo para merecer existir, este episódio é para você. Porque talvez a pergunta mais importante não seja "o que você faz?", mas: Quem continua existindo quando você tira o cargo do seu nome? 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • July 8 · 22 min

    Por que mudar é tão difícil?

    Mudar parece ser o que a gente mais deseja... até que chega a hora de realmente mudar. Neste episódio do Ridículas, conversamos sobre por que as mudanças costumam ser tão difíceis, mesmo quando sabemos que são necessárias. Falamos sobre o desconforto que antecede toda transformação, o medo de abandonar o que já conhecemos, a dificuldade de romper padrões e por que entender um comportamento nem sempre é suficiente para mudá-lo. A partir de reflexões sobre neurociência e da trajetória da personagem Ada, da série Uma Nova Mulher, exploramos um ponto importante: a verdadeira transformação não acontece no momento em que entendemos nossos traumas, mas quando, aos poucos, escolhemos agir de forma diferente. Também falamos sobre a importância de respeitar o próprio tempo e reconhecer que nem todas as pessoas têm as mesmas condições para mudar. Se você está vivendo um recomeço, questionando quem é ou sentindo que já não cabe na vida que construiu, este episódio é um convite para lembrar que toda mudança começa com um pequeno passo e que no final mudar sempre vale a pena. Aperta o play. 💙 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • July 1 · 21 min

    Ilusão: O que estamos insistindo em não ver?

    Sabe aquela ideia confortável que a gente constrói sobre alguém, sobre um trabalho ou até sobre nós mesmas... mas que, no fundo, sabemos que não corresponde à realidade? No episódio de hoje, vamos encarar de frente algo que todas nós experimentamos, mas raramente temos a coragem de olhar nos olhos: a ilusão. Desarmamos a ideia de que a ilusão é apenas uma mentira que nos contam e mergulhamos naquelas mentiras que nós mesmas criamos por um desejo profundo de validação, amor ou sucesso. Além disso, trazemos uma perspectiva geracional sobre como a sociedade atual e o mundo digital (olá, redes sociais e vidas perfeitas de influenciadores!) colaboram para nossa fuga constante da realidade. Aperte o play e vamos conversar sobre o que acontece quando decidimos finalmente abrir os olhos e abraçar os fatos como eles realmente são?! 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • June 24 · 16 min

    Coerência é habitar o que se diz

    O que significa ser coerente consigo mesma? Inspiradas por uma reflexão trazida no Sem Censura e pelo conceito da Mulher Selvagem de Mulheres que Correm com os Lobos, neste episódio conversamos sobre a busca por uma vida mais alinhada à nossa essência. Falamos sobre os momentos em que nos afastamos de quem somos para atender expectativas, sobre o peso de agradar, a coragem de sustentar nossas escolhas e a diferença entre uma incoerência que nos desconecta de nós mesmas e aquela que faz parte do processo de transformação. Porque talvez coerência não seja nunca mudar de ideia, mas não abandonar a própria essência enquanto mudamos. ✨ Um convite para refletir: Você está vivendo a partir da sua verdade ou das expectativas que colocaram sobre você? Ridículas, um espaço para mulheres que estão aprendendo a se ouvir, se escolher e correr na direção de si mesmas. 🐺💛 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • June 17 · 17 min

    A escolha de si mesma

    Tem episódio que nasce para provocar, outros para fazer rir. E tem aqueles que chegam para marcar um capítulo da nossa história. Hoje a conversa é sobre ciclos. Sobre entender que a vida está em constante movimento e que, às vezes, a coragem não está em insistir, mas em reconhecer a hora de se escolher. Neste episódio, a gente abre o coração para compartilhar uma mudança importante: um ciclo no microfone do Ridículas se encerra e outro se inicia. E não, essa não é uma história de rompimento, mas de amizade, afeto e maturidade. Afinal, amar também é apoiar as escolhas de quem caminha ao nosso lado. Entre lembranças, risadas e muita gratidão, revisitamos momentos que fizeram parte da construção dessa comunidade tão especial e celebramos tudo o que vivemos até aqui. Porque algumas histórias não acabam — elas apenas se transformam. 💬 Dá o play e vamos ser Ridículas juntas? 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • June 10 · 28 min

    Habitar o Próprio Corpo

    Qual é a sua relação com o seu corpo? Você vive nele ou apenas o observa de fora? Neste episódio, a gente conversa sobre como aprendemos a tratar o corpo como um projeto, uma vitrine e, muitas vezes, um problema a ser corrigido. Falamos sobre as pequenas violências cotidianas — cruzar as pernas, deixar de dançar, esconder marcas, pedir desculpas por ocupar espaço — e sobre o quanto isso nos afasta de nós mesmas. Também mergulhamos na lógica das redes sociais e do mercado wellness, que transformam autocuidado em performance e vendem a ideia de que existe uma “melhor versão” de nós esperando para ser alcançada. Mas será que isso é liberdade ou só uma nova forma de controle? Entre memórias, afetos e provocações, este episódio é um convite para recuperar o corpo como lugar de experiência, prazer, presença e vida. Para dançar sem filmar, descansar sem culpa, sentir raiva, ocupar espaço e, quem sabe, voltar a ouvir o que o corpo tem tentado nos dizer há tanto tempo. ✨ Dá o play e vem habitar essa conversa com a gente. 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • May 27 · 38 min

    O que sua raiva está tentando de contar?

    🎙️ Nesse episódio do Ridículas, a gente fala sobre um sentimento que ensinaram mulheres a esconder desde cedo: a raiva. Entre frases como “menina bonita não grita”, “você está exagerando” e “calma”, muitas mulheres cresceram aprendendo a engolir desconfortos, silenciar limites e priorizar as necessidades de todo mundo — menos as próprias. Mas o que acontece quando a raiva não encontra espaço? Conversamos sobre culpa, sobre o peso de manter o ambiente confortável, sobre ansiedade, ressentimento e emoções que o corpo acaba carregando sozinho. Falamos também da diferença entre a raiva destrutiva e a raiva legítima: aquela que denuncia injustiças, protege nossos limites e aponta o que precisa mudar. A partir de referências como Mulheres que Correm com os Lobos, do filme Red: Crescer é uma Fera e das reflexões de Gabor Maté em O Mito do Normal, mergulhamos na relação entre repressão emocional, perfeccionismo feminino e adoecimento. E quando ampliamos o olhar para o coletivo, a conversa fica ainda mais urgente: desigualdade salarial, violência contra mulheres, como não sentir raiva com números tão alarmantes? Então fica a pergunta: o que a sua raiva está tentando te contar? 🎧 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray Referências: Livro Mulheres que correm com os lobos - Clarissa Pinkola Estés https://www.amazon.com.br/Mulheres-que-Correm-com-Lobos/dp/853252978X Filme “Red” - disponível na Disney Livro o Mito do Normal, Dr. Gabor Maté - https://www.amazon.com.br/mito-normal-Trauma-sa%C3%BAde-doente/dp/6555646764 Entrevistas com o Dr. Gabor Maté https://www.bbc.com/portuguese/articles/crkel67rpdno https://www.instagram.com/reel/DMX_Y10O5Pn/?igsh=YnptZTQ0eDdydnNm

  • May 20 · 35 min

    Todo lugar é para mim?

    No episódio de hoje do Ridículas, a gente conversa sobre a pressão de ocupar todos os espaços, provar força o tempo inteiro e permanecer em lugares que nos machucam só para não parecermos “fracas demais”. Falamos sobre ambientes que silenciam, relações que exigem que a gente se diminua para caber e o desgaste invisível de permanecer onde somos apenas toleradas. Afinal, até que ponto insistir é coragem — e quando ir embora passa a ser autocuidado? Entre reflexões, experiências e muitos questionamentos, discutimos a diferença entre fugir e se proteger, os sinais de alerta que nos indicam que um espaço já não faz mais sentido e a coragem de honrar a si mesma. Dá o play e vem refletir com a gente sobre quais lugares você ainda mas que não fazem mais sentido.🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

  • May 13 · 32 min

    A Arte de se Escolher

    Depois do episódio “Livre Demais Pra Ser Fácil”, ficou impossível não falar sobre uma das consequências mais cansativas da liberdade feminina: o julgamento. Neste episódio, conversamos sobre a necessidade que muitas mulheres sentem de agradar, a culpa que aparece quando escolhemos a nós mesmas e como o julgamento externo acaba virando uma voz dentro da nossa própria cabeça. Falamos sobre autocobrança, autojulgamento, medo de decepcionar e sobre o quanto viver tentando caber nas expectativas dos outros pode nos afastar da nossa essência. Também refletimos sobre coragem: a coragem de desagradar, de sustentar quem se é mesmo quando isso incomoda, e de parar de pedir permissão para existir do nosso jeito. Porque talvez liberdade também seja isso: suportar o desconforto de não ser amada por todo mundo. 🎧 Dá o play e vem conversar com a gente sobre julgamentos, pertencimento, autenticidade e a difícil — mas libertadora — arte de se escolher. 🎶 Vinheta: Make It Loud - The Creators Licenciado por MotionArray

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