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Dona Ana

Dona Ana

Ferramentas terapêuticas através de histórias contadas pela Dona Ana, psicóloga clínica integrativa, palestrante e produtora de conteúdo.

DONA ANA 💕🌿

Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011

https://anapaulalima.com.br/bio

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  • S7 · E237
    Friday · 1 min

    Você ama a pessoa ou a sensação que ela provoca em você?

    Você ama a pessoa ou a sensação que ela provoca em você? “Eu te amo.” Três palavras que podem possuir um significado enorme. Mas já percebeu que elas falam mais sobre como você sente? “Eu me sinto bem com você.” “Eu me sinto desejado(a).” “Eu me sinto em uma conexão.” Existe outra camada do amor que talvez seja mais difícil: ver realmente que é a outra pessoa. Não a pessoa que você espera que ela vire. Não o potencial que você imaginou. Não a versão que resolveria suas inseguranças. Mas quem está realmente na sua frente. Com qualidades, limites, medos, desejos e escolhas. E então perguntar: “Eu consigo escolher essa pessoa como ela se apresenta hoje sem precisar abandonar quem eu sou?” Isso não significa aceitar tudo. Amar alguém não obriga você a aceitar desrespeito, ultrapassar seus limites ou permanecer numa relação que machuca. Autodomínio também é conseguir separar realidade de expectativa. Quando estamos emocionalmente ativados, nossas experiências anteriores podem influenciar a forma como interpretamos o presente. Quanto mais consciência existe, maior pode ser nosso espaço para observar antes de reagir. No curso Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor, eu ensino princípios de autodomínio para reconhecer padrões reativos, trabalhar a dependência emocional e construir relacionamentos mais saudáveis. Agora a pergunta difícil: você ama quem está na sua frente ou quem espera que essa pessoa se torne? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 www.anapaulalima.com.br/liberdadeemocional02 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E236
    Wednesday · 30 sec

    Ser uma Pessoa Segura não é fingir que tanto faz.

    Ser uma Pessoa Segura não é fingir que tanto faz. “Não vou cobrar.” “Vou deixar acontecer.” “Não quero parecer carente.” “Também não vou chamar.” Parece segurança emocional, né? Geralmente não é. Às vezes, você só trocou a ansiedade visível por uma máscara muito mais bonita: a da pessoa que não precisa de nada. Você sente vontade de se encontrar com a pessoa. Mas não propõe. Quer mais presença. Mas não fala. Se algo te incomoda. Você engole para não gerar mais conflito. Faz de tudo para parecer “leve”, “maduro(a)” e “seguro(a)”. Só que apego seguro não significa precisar de menos. Significa conseguir reconhecer uma necessidade, comunicá-la e lidar com a resposta do outro sem abandonar a si mesmo. Quando você passa muito tempo escondendo necessidades para evitar rejeição ou conflito, seu sistema emocional não necessariamente fica mais seguro. Muitas vezes, você continua ansioso, apenas só ficou em silêncio. E silêncio não é autorregulação emocional. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, eu ensino você a identificar seu estilo de apego, compreender os diferentes padrões de apego, entender o que é o Corpo de Dor e desenvolver comunicação ativa para construir relações mais leves, seguras e duradouras. Esse vídeo é um corte de uma das aulas da assinatura. Me conta: você já fingiu que “tanto faz” quando, na verdade, importava e muito? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://anapaulalima.com.br/apego Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E235
    Monday · 56 sec

    Como começar a desapegar de um evitativo?

    Como começar a desapegar de um evitativo? Quando bate saudade, você geralmente cai em uma armadilha. Você lembra da conversa gostosa. Do encontro incrível. Da química. Daquele começo que parecia promissor. E esquece do vácuo. Da promessa que não virou atitude. Da ansiedade esperando uma mensagem. Da sensação de nunca saber exatamente onde estava pisando. Nosso cérebro não funciona como uma câmera que reproduz toda a relação com a mesma força. Memórias e emoções influenciam aquilo que ganha destaque. Por isso, experimente algo simples: escreva três situações concretas em que essa relação machucou você. Sem transformar a pessoa em vilã. Sem inventar defeitos. Só fatos. Depois observe: o que você pensou? O que sentiu? Como seu corpo reagiu? O objetivo não é criar raiva para conseguir desapegar. É recuperar a história inteira quando a saudade estiver mostrando apenas os melhores capítulos. E existe outra pergunta importante: o que você acredita que essa pessoa tinha que você ainda precisa desenvolver em você? Segurança? Autonomia? Autodomínio? Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a compreender seu estilo de apego, diferentes padrões emocionais, o Corpo de Dor e a desenvolver comunicação ativa para construir conexões mais leves, seguras e duradouras. Salve para reler quando a saudade começar a editar a história. Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E234
    August 22 · 1 min

    Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação?

    Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação? Eu gosto de coisa saudável. Minha mãe sabe disso. Então, vira e mexe, ela aparece com aquela couve cortadinha, feita com amor. Só existe um detalhe: meu corpo não se dá bem com a experiência. Couve me faz passar mal. Parece bobo. Mas fazemos algo muito parecido nos relacionamentos. O sono muda. O apetite muda. Uma mensagem chega e o corpo fica tenso. Você percebe que alguma coisa não está bem. Mesmo assim, continua. Por quê? Às vezes, não estamos apegados apenas à pessoa. Estamos apegados ao personagem que somos naquela relação. A boa menina, ou bom menino, que não quer desagradar. Quem nunca desiste. Quem compreende tudo. Quem consegue fazer dar certo. Nosso cérebro aprende a buscar aquilo que parece familiar e previsível. Por isso, abandonar um papel antigo pode causar medo, mesmo quando mantê-lo já custa muito caro. Presta atenção: sensação corporal não é sentença nem prova de que uma relação precisa terminar. É informação. Você pode escutar, observar o contexto e escolher conscientemente o que fazer com ela. Na Imersão Saindo da Turbulência do Apego, eu ensino você a identificar seu padrão de relacionamento, mudar esses padrões emocionais, fortalecer a sua autoconfiança e sair do ciclo de insegurança nos relacionamentos. A imersão é on-line, das 08h30 às 17h30, com no máximo 15 pessoas, para que eu consiga acompanhar as suas dúvidas de perto. Agora me conta: qual personagem está ficando caro demais para você manter? Para mais informações sobre a imersão “Saindo da Turbulência do Apego” clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/S97998035M?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E233
    August 20 · 1 min

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro.

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro. “Mas eu já dou atenção!” Você sabe disso. Talvez até consiga listar tudo o que mudou na sua vida depois que essa pessoa chegou. Só existe um pequeno problema: A pessoa consegue perceber isso? No vídeo, a solução foi quase infantil de tão simples. Pegamos a agenda antiga e comparamos com a atual. De repente, aquilo que uma pessoa tentava explicar virou algo que a outra conseguiu enxergar. E veio o: “Nossa... agora eu entendi.” Relacionamentos vivem desses pequenos desencontros. Um pensa: “eu demonstro”. O outro sente: “eu não recebo”. Quando existe apego ansioso, sinais de distância podem ativar o sistema emocional com mais facilidade. Nesse estado, a pessoa pode prestar mais atenção ao que parece faltar do que ao que já existe. Isso não significa que toda cobrança seja justa. Significa que discutir sobre quem está certo costuma ajudar menos do que descobrir o que cada um está tentando comunicar. Às vezes, o amor precisa de legenda. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar estilos de apego, compreender padrões emocionais, entender como o Corpo de Dor atua, desenvolver comunicação ativa e construir conexões mais leves e seguras. Me conta: qual coisa você considera óbvia no seu relacionamento, mas que talvez nunca tenha explicado claramente? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E232
    August 18 · 57 sec

    Existe amizade verdadeira entre homem e mulher?

    Existe amizade verdadeira entre homem e mulher? “Quem está em um relacionamento pode ter amizade com alguém do sexo oposto?” Pode. Mas existe uma palavra importante nessa conversa: transparência. Amizade saudável não possui de mensagens escondidas, brincadeiras com segunda intenção ou situações que a pessoa sabe que precisaria esconder de você. Mas existe o outro lado. Você tentar eliminar qualquer risco controlando amizades, celular, roupa ou lugares não cria segurança em você. Você consegue criar apenas uma sensação temporária de controle. Quando o cérebro percebe ameaça numa relação, ele tende a ficar mais atento aos sinais de perigo. Para quem já teme rejeição ou traição, até situações neutras podem parecer ameaçadoras. É aí que vale diferenciar: Você conversar sobre limites, diz ao outro o que você aceita e o que faz diante disso. Você querer controlar o outro, é tentar decidir o que o outro deve fazer para diminuir a sua ansiedade e insegurança. E sabe o pior? Mesmo com todo o controle, você dificilmente irá se sentir seguro ou segura. Relacionamento maduro precisa de confiança, acordos, transparência e responsabilidade dos dois. Na imersão “Saindo da Turbulência do Apego”, eu te ensino a identificar o padrão emocional que te faz ser inseguro e ter a necessidade do controle, e como voltar para o lugar de tranquilidade e segurança. Porque segurança emocional não nasce de vigiar alguém. Nasce também de saber que você consegue cuidar de si, qualquer que seja a escolha do outro. Me conta, no seu relacionamento você tenta controlar o outro ou você conversa sobre limites? Para mais informações sobre a imersão “Saindo da Turbulência do Apego” clique no link da bio 👇 https://pay.hotmart.com/S97998035M?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E231
    August 16 · 1 min

    Cinco coisas caras no autoconhecimento que valem o investimento

    Cinco coisas caras no autoconhecimento que valem o investimento Autoconhecimento tem um preço. E nem sempre ele chega no cartão de crédito. Passar a dizer “não” irá te custar descobrir que algumas pessoas só gostavam do seu “sim”. Parar de viver preocupado com o que os outros vão pensar, pode te custar a presença algumas pessoas que irão se afastar. Deixar de ser a boa menina ou o bom menino que agrada todos para receber amor, aprovação ou evitar conflitos, pode custar ser o “vilão” ou a “vilã” na vida de alguém. Fazer terapia, além do valor financeiro, irá custar encarar partes suas que seria bem mais confortável continuar ignorando. E talvez o mais caro: Para ter a paz que você tanto deseja, vai custar abrir mão da necessidade de ter razão o tempo todo. Nosso cérebro aprende comportamentos que trazem segurança, aceitação ou alívio. Por isso, abandonar um padrão antigo pode causar desconforto, mesmo quando ele já não faz bem. Autodomínio não é controlar tudo o que você sente. É perceber o que sente sem deixar que toda emoção decida por você. É justamente esse caminho que ensino no Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor: princípios de autodomínio para reconhecer padrões reativos, diminuir a dependência emocional e construir relacionamentos mais saudáveis. Porque algumas mudanças parecem caras no começo. Mas quanto está custando continuar nesse sofrimento emocional? Me conta nos comentários: qual foi o preço mais alto que o seu autoconhecimento já te cobrou? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/U77835314W?off=390edhhw&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E230
    August 14 · 1 min

    A pessoa Evitativa pode voltar?

    A pessoa Evitativa pode voltar? Talvez a pessoa volte. Mas essa nunca foi a pergunta mais importante. A pergunta é: A pessoa volta diferente? Porque alguém pode voltar por saudade, solidão, culpa ou porque uma outra relação não funcionou. E nada disso significa que aprendeu a sustentar intimidade. Quando existe apego ansioso, a esperança do retorno pode virar recompensa para o cérebro. Uma mensagem anima. Um silêncio derruba. Uma aproximação reacende tudo. E, sem perceber, você deixa sua vida esperando uma resposta. Por isso, troque: “A pessoa vai voltar?” por: “Se voltar, conseguimos construir uma relação segura, recíproca e saudável?” Essa pergunta tira você da espera e devolve você para suas escolhas. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, compreender o Corpo de Dor, lidar com diferentes padrões e desenvolver comunicação ativa para construir conexões mais leves e duradouras. Porque não basta alguém escolher voltar. Você também precisa aprender a escolher o relacionamento que merece viver. Me conta: você espera a volta da pessoa ou uma mudança na relação? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo

  • S7 · E229
    August 12 · 43 sec

    Não transforme o contato do(a) EX em promessa de reconciliação

    Não transforme o contato do(a) EX em promessa de reconciliação A pessoa terminou com você. Mas manda mensagem. Curte seus Stories. Pergunta como você está. Manda um “bom dia” aqui, uma brincadeirinha ali... E seu cérebro começa: “Será que a pessoa quer voltar?” É compreensível. Quando existe vínculo, pequenos sinais podem reacender esperança. E quando esses sinais aparecem com certa frequência, nosso cérebro tende a prestar ainda mais atenção neles, esperando o próximo. Mas contato não é compromisso. Uma mensagem pode significar carinho, saudade, hábito, solidão ou vontade de manter proximidade. Sozinha, ela não prova intenção de reconstruir a relação. Por isso, pare de tentar descobrir o futuro analisando cada curtida. Observe ações claras. Existe conversa sobre voltar? Existe responsabilidade pelo que aconteceu? Existe intenção acompanhada de atitude? Porque viver interpretando sinais mantém você emocionalmente disponível para uma relação que, no presente, não existe. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, compreender seus padrões e o Corpo de Dor, desenvolver comunicação ativa e construir relações com mais segurança e menos adivinhação. Me conta: você já transformou uma mensagem de ex em esperança de reconciliação? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E228
    August 10 · 1 min

    Você chama de apego evitativo um comportamento que pode ser outra coisa?

    Você chama de apego evitativo um comportamento que pode ser outra coisa? “A pessoa invalida o que eu sinto.” “Tudo vira minha culpa.” “Quando peço alguma coisa, a pessoa transforma isso num ataque.” “Mas a pessoa é evitativa…” Calma. Conhecer a teoria do apego é importante. Usá-la para explicar qualquer comportamento pode deixar você com mais dúvidas sobre essa relação. Uma pessoa com padrão de apego evitativo pode se afastar quando a intimidade aumenta. Pode ter dificuldade para mostrar vulnerabilidade e interpretar cobranças como sinais de que não está sendo suficiente no relacionamento. Mas isso não significa que frieza, ironia, desinteresse ou invalidação emocional seja “apego evitativo”. E existe outro cuidado importante: um comportamento isolado não permite diagnosticar alguém como narcisista. O narcisismo só pode ser diagnosticado por profissionais capacitados para isso. É importante observar padrões repetidos, contexto e, principalmente, como essa relação afeta você. Porque dar o nome errado para uma dinâmica de relacionamento, pode fazer você gastar meses tentando “entender” aquilo que está te machucando. Foi por isso que nasceu o e-book Evitativo, Desinteressado ou Narcisista? Um guia para entender o sistema nervoso de maneira simples, reconhecer as diferenças entre medo, desinteresse e comportamentos manipulativos e observar sinais emocionais e relacionais com mais clareza. Você já tentou justificar um comportamento pensando: “é só o estilo de apego da pessoa”? Para mais informações sobre o e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?” clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/D103426284Q?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E227
    August 8 · 2 min

    E se você convidasse todas as suas versões pra tomar um chá...

    E se você convidasse todas as suas versões pra tomar um chá... Hoje eu quero fazer um convite diferente. Imagine uma mesa. Nela estão todas as versões de você. A criança que sonhava sem medo. O adolescente que tentou se encaixar. O adulto que aprendeu a ser forte. A versão que já chorou escondido. A que deu risada bem alto. A que teve medo de se decepcionar. A que teve medo de decepcionar o outro. Agora imagine que todas elas estão tomando um chá com você. O que você perguntaria? Eu faria uma pergunta só: "Como eu posso honrar cada uma de vocês hoje?" E, sinceramente... Acho que a resposta seria muito mais simples do que imaginamos. “Nada. Seja apenas quem você é.” Ao longo da vida, muitas vezes diminuímos nossa alegria, escondemos nossas lágrimas ou silenciamos partes de quem somos para caber na expectativa de alguém. Mas nosso cérebro guarda essas experiências. E, quando negamos quem somos por muito tempo, a sensação de desconexão cresce. Eu gostaria de te lembrar que florescemos quando vivemos de forma mais autêntica, respeitando nossos valores e nossa história. Talvez honrar suas versões não seja mudar quem você é. Seja apenas permitir que elas existam sem vergonha. Agora quero te fazer o mesmo convite: se todas as suas versões estivessem sentadas à sua mesa hoje, qual delas você abraçaria primeiro? Se esse vídeo tocou você de alguma maneira, salve para reler em um dia difícil, compartilhe com alguém que anda precisando ser mais gentil consigo mesmo e me conte nos comentários qual versão sua está mais pedindo para ser vista. Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E226
    August 6 · 1 min

    O problema não são os Rótulos. É a falta de clareza.

    O problema não são os Rótulos. É a falta de clareza. Você já percebeu quantos nomes surgiram, nos últimos anos, para definir um relacionamento? Crush. Ficante. Ficante premium. Situationship. Relacionamento pantufa... Parece engraçado. E, às vezes, até é. Mas existe uma pergunta importante por trás de tudo isso: Será que estamos criando novos nomes... pelo fato de estar cada vez mais difícil criar acordos? Nosso cérebro gosta de previsibilidade. Quando sabemos onde estamos, o sistema nervoso tende a se sentir mais seguro. Quando tudo fica indefinido, muitas pessoas passam a viver tentando interpretar sinais. "Será que a pessoa gosta de mim?" "Será que estamos em um relacionamento sério?" "Será que posso perguntar ou vou assustar a pessoa?" O sofrimento nem sempre nasce da falta de um rótulo. Ele nasce quando duas pessoas vivem expectativas diferentes e ninguém conversa sobre isso. Relacionamentos saudáveis não dependem de um nome perfeito. Dependem de clareza, comunicação e coragem para alinhar expectativas. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, entender como o Corpo de Dor influencia suas relações, lidar com diferentes padrões de apego e desenvolver uma comunicação mais segura para construir vínculos leves, conscientes e duradouros. Agora me conta: você acha que hoje existem rótulos demais... ou conversas de menos? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E225
    August 4 · 2 min

    Quando parei de cobrar... minha vida mudou.

    Quando parei de cobrar... minha vida mudou. Durante muito tempo, eu achei que cobrava a outra pessoa porque amava. Hoje eu vejo diferente. Muitas das minhas cobranças não nasciam do meu amor pelo outro. Nasciam do meu medo. Medo de não ser escolhida. Medo de ser abandonada. Medo de não ser suficiente. Quando esse medo aparecia, parecia que a única solução era fazer o outro mudar para que eu finalmente me sentisse em paz. Mas essa paz nunca durava. A neurociência mostra que, quando nosso sistema emocional entra em alerta, tendemos a reagir antes mesmo de refletir. Queremos aliviar a dor rapidamente. E, muitas vezes, tentamos fazer isso controlando, cobrando ou buscando garantias. Foi quando comecei a desenvolver o que chamo de “observador” que tudo mudou. Em vez de perguntar: "Por que a pessoa está fazendo isso comigo?" Passei a perguntar: "O que está acontecendo dentro de mim neste momento?" Essa pergunta mudou meus relacionamentos. Porque, quando você observa seus padrões, deixa de viver no piloto automático. Na Imersão Saindo da Turbulência do Apego, você aprende a identificar qual padrão emocional (holograma) está assumindo o controle da sua vida, fortalecer sua autoconfiança e sair do ciclo de insegurança emocional que afeta seus relacionamentos. É uma turma pequena, on-line, para que cada participante tenha espaço para aprender, perguntar e ser acompanhado ao longo do dia. Me conta: quando você cobra alguém, é por amor... ou para aliviar algo que está doendo dentro de você? Para mais informações sobre a imersão “Saindo da Turbulência do Apego” clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/S97998035M?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E224
    August 2 · 52 sec

    Como saber se é amor ou apego?

    Como saber se é amor ou apego? Uma das perguntas que mais recebo é: "Como saber se é amor ou apego?" Talvez a resposta não esteja apenas no que você pensa. Mas no que o seu corpo sente. Quando existe apego inseguro, principalmente o apego ansioso, o sistema nervoso permanece em estado de alerta. Você fica esperando uma mensagem. Interpreta um silêncio como abandono. Pensa em tudo que pode dar errado. Tenta prever o próximo passo da outra pessoa. É como se o relacionamento ocupasse a sua mente o tempo todo. Muitas pessoas confundem essa intensidade com amor. Mas intensidade e segurança não são a mesma coisa. O amor saudável tende a abrir espaço para a tranquilidade. Isso não significa que nunca haverá conflitos. Significa que você não vive constantemente com medo de perder a relação. Já o apego inseguro costuma manter o corpo em hipervigilância. A mente fica procurando sinais, principalmente, de rejeição e abandono, mesmo quando eles nem sempre existem. A boa notícia é que esses padrões podem ser compreendidos e transformados. Na Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, entender como o Corpo de Dor influencia suas relações, desenvolver comunicação ativa e construir conexões mais leves, seguras e duradouras. Agora me conta: quando você gosta de alguém, o que aparece primeiro dentro de você: tranquilidade ou medo de perder? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E223
    July 31 · 46 sec

    Casado pode ter melhor amigo solteiro?

    Casado pode ter melhor amigo solteiro? Pode. O estado civil do amigo não é o problema. O problema pode ser: essa amizade respeita a vida que você escolheu construir? Amigos influenciam nosso comportamento para pertencermos ao grupo. O cérebro aprende também por convivência: observamos, repetimos, normalizamos. Por isso, existe diferença entre ter um amigo solteiro e entrar repetidamente em ambientes onde seus acordos, limites e valores começam a virar motivo de piada. Casar não significa abandonar amigos, diversão ou individualidade. Significa entender que algumas escolhas agora afetam duas pessoas. Isso é maturidade. Não é seu parceiro dizendo com quem você pode conversar. É você conseguindo perguntar: “Essa amizade fortalece ou enfraquece a pessoa que escolhi ser?” Relacionamento saudável precisa de liberdade. Mas liberdade sem responsabilidade vira desculpa. Na assinatura “Apego Livre – Transforme seu Relacionamento”, você aprende a compreender estilos de apego, reconhecer padrões emocionais, entender o Corpo de Dor e desenvolver comunicação ativa para construir vínculos mais seguros e duradouros. Me responde: o problema é o amigo solteiro ou os valores que aparecem nessa amizade? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://anapaulalima.com.br/apego Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E222
    July 30 · 53 sec

    Superar um término é esquecer a pessoa?

    Superar um término é esquecer a pessoa? Talvez você esteja tentando superar do jeito mais difícil: tentando esquecer. Mas seu cérebro não tem um botão de apagar. Quando alguém foi importante, ficam memórias, lugares, músicas, conversas e sensações ligadas àquela pessoa. Lembrar não significa que você voltou para o começo. Sentir saudade também não significa que aquela relação deveria continuar. O seu sofrimento costuma aumentar quando você entra numa investigação sem fim: “Por que a pessoa fez isso?” “O que eu fiz de errado?” “E se eu tivesse entendido antes sobre os tipos de apego?” Nosso cérebro gosta de respostas porque elas dão sensação de controle. Só que existem perguntas sobre o passado que talvez nunca tenham uma resposta capaz de trazer a paz que você procura. Ressignificar começa quando a pergunta muda. Em vez de: “Como eu poderia ter evitado isso?” Experimente: “O que essa experiência pode me ensinar sobre mim e sobre as relações que quero construir daqui pra frente?” Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, compreender seus padrões e o Corpo de Dor, lidar com diferentes estilos de apego e desenvolver uma comunicação mais segura. Porque superar não é apagar uma história. É seguir com a vida, escrevendo a sua própria história. Me conta: você ainda está tentando esquecer ou já consegue olhar para o que aprendeu? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E221
    July 29 · 47 sec

    O que é comportamento de protesto?

    O que é comportamento de protesto? Esse vídeo é parte de uma aula da Assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento. Nesta aula eu ensino o que você deveria fazer e o que não deveria fazer quando se percebe atuando no Apego Ansioso em uma relação. No ápice do apego ansioso, é comum sentir vontade de fazer "só mais uma coisa". Mandar mais uma mensagem. Olhar se a pessoa ficou online. Entrar no perfil e ver a atividade. Procurar quem ela começou a seguir. Tirar um print. Pedir explicações. Esses comportamentos podem dar uma sensação de alívio por alguns minutos. Mas, logo depois, a ansiedade costuma voltar ainda mais forte. Na teoria do apego, isso é chamado de comportamento de protesto: tentativas de diminuir a angústia quando sentimos que a conexão está ameaçada. O problema é que, muitas vezes, esse ciclo não aproxima o casal. Ele aumenta o desgaste e faz a ansiedade ocupar cada vez mais espaço. O primeiro passo não é se culpar. É perceber o que acontece dentro de você antes de agir. Quando você identifica o padrão, ganha a chance de fazer uma escolha diferente. Me conta: qual comportamento você percebe que costuma aparecer quando a ansiedade fala mais alto? O importante não é julgar. É começar a enxergar o padrão. Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E220
    July 28 · 1 min

    Você não se apaixona apenas pela pessoa...

    Você não se apaixona apenas pela pessoa... Existe uma ideia que pode mudar a forma como você entende os seus relacionamentos. Você acredita que está conhecendo a outra pessoa. Mas, muitas vezes, antes disso, você está conhecendo a forma como a sua história interpreta essa pessoa. Se você já viveu muito medo de abandono, um atraso pode parecer rejeição. Se você cresceu ouvindo críticas, um comentário simples pode soar como um ataque. Isso não significa que seus sentimentos são "errados". Significa que nosso cérebro usa experiências passadas para tentar prever o presente. É um mecanismo de proteção, mas nem sempre ele acerta. E tem outro detalhe importante. Não nos apaixonamos apenas por quem a pessoa é. Também nos apaixonamos pela forma como nos sentimos ao lado dela. Algumas pessoas despertam calma. Outras despertam ansiedade. Outras fazem parecer que precisamos conquistar amor o tempo todo. Por isso, um relacionamento saudável não começa apenas escolhendo quem está ao seu lado. Também começa aprendendo a reconhecer o que existe dentro de você. No curso Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor, você aprende princípios de autodomínio para reconhecer esses padrões, silenciar o Corpo de Dor e construir relacionamentos mais saudáveis, com mais consciência e menos dependência emocional. Me conta: você já percebeu alguma situação em que reagiu mais à sua história do que ao que realmente estava acontecendo? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/U77835314W?off=390edhhw&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S7 · E219
    July 27 · 49 sec

    Mensagem sem resposta é desrespeito?

    Mensagem sem resposta é desrespeito? “É falta de respeito e de maturidade não responder uma mensagem?” Sei que mensagens sem resposta pode despertar muitas perguntas dentro de você. "O que fiz algo errado?" "Será que a pessoa perdeu o interesse?" "Será que a pessoa é evitativa?" O problema é que, muitas vezes, nossa mente tenta preencher o silêncio com histórias. E essas histórias nem sempre são verdade. A neurociência mostra que, quando existe incerteza, o cérebro tende a buscar explicações para reduzir o desconforto. Mas explicar não é o mesmo que acertar. Uma pessoa pode demorar para responder por vários motivos. Pode estar ocupada. Pode estar emocionalmente indisponível. Pode ter perdido o interesse. Ou pode usar o silêncio como forma de manipular. A diferença faz toda a diferença. Maturidade emocional não significa aceitar qualquer comportamento do outro. Significa não entregar a sua paz antes de entender o que realmente está acontecendo. Em vez de gastar energia tentando adivinhar o outro, observe os padrões. O comportamento é consistente? Existe diálogo? Há interesse em construir a relação? No e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?”, você encontra uma explicação clara sobre essas dinâmicas, aprende a diferenciar ausência por medo, desinteresse e manipulação, faz um teste prático e entende o que esse vínculo também pode estar revelando sobre você. Me conta: você sabe com que está se relacionando? Para mais informações sobre o e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?” clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/D103426284Q?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

  • S1 · E218
    July 26 · 1 min

    Você entrou em um relacionamento ou desapareceu dentro dele?

    Você entrou em um relacionamento ou desapareceu dentro dele? Existe uma diferença entre dividir a vida com alguém e entregar a sua vida a essa pessoa. Quando um relacionamento é saudável, ele cria uma história em comum. Mas cada pessoa continua tendo a sua história individual também. Seus amigos. Seus hobbies. Seus sonhos. Sua identidade. O problema começa quando, aos poucos, você deixa de fazer o que gosta, se afasta das pessoas importantes e passa a viver quase exclusivamente a vida dessa relação. No início, isso pode ser confundido com amor. Mas, muitas vezes, é um sinal de que você está se desconectando de quem você é. A neurociência mostra que nossa identidade é fortalecida pelas experiências que vivemos, pelos vínculos que cultivamos e pelas escolhas que fazemos. Quando toda a sua vida gira em torno de uma única pessoa, uma separação pode ir além da perda do relacionamento e se tornar a perda de quem você é. Por isso, cuidar de você não te afasta de um relacionamento saudável. Pelo contrário. Ajuda a construir um amor em que duas pessoas caminham juntas sem deixar de existir individualmente. No curso Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor, você aprende princípios de autodomínio para sair da dependência emocional, fortalecer sua segurança interna e construir relacionamentos em que o amor não exige que você abandone a si mesmo. Me conta nos comentários: qual atividade, sonho ou amizade que faz você lembrar de quem você é, mesmo quando está em um relacionamento? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 www.anapaulalima.com.br/liberdadeemocional02 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

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