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Cinematório

Renato Silveira e Kel Gomes

Os jornalistas e críticos Renato Silveira e Kel Gomes analisam filmes e séries e convidam especialistas para debater lançamentos no cinema e no streaming, filmes clássicos, sucessos da Sessão da Tarde e filmografias de grandes diretoras e diretores.

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  • 20 episodes
  • Avg 1 hr 20 min
  • Portuguese
  • #632
    August 8 · 1 hr 15 min

    Em Foco: “Ela Quer Tudo“ (1986), de Spike Lee

    Nesta edição do podcast Em Foco, nós analisamos "Ela Quer Tudo" (She's Gotta Have It, 1986), primeiro longa-metragem de Spike Lee ("Faça a Coisa Certa", "Infiltrado na Klan"). Este episódio especial celebra os 40 anos de lançamento do filme e traz uma entrevista exclusiva com o próprio Spike Lee. Selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e premiado no Independent Spirit Awards, "Ela Quer Tudo" tem como protagonista Nola Darling, uma artista independente do Brooklyn, em Nova York, que se mantém fiel a si mesma e recusa as regras tradicionais da sociedade ao se relacionar com três homens ao mesmo tempo. Ela é interpretada por Tracy Camilla Johns e seus namorados são vividos por Tommy Redmond Hicks, John Canada Terrell e Spike Lee. Uma das estreias mais impressionantes de diretores de todos os tempos, "Ela Quer Tudo" chama a atenção pela discussão feminista sobre liberdade sexual e pela representação de personagens negros fora de estereótipos de violência e miséria. Ao mesmo tempo, é um filme bem-humorado e um deleite para os olhos e ouvidos, com Spike Lee esbanjando estilo na construção de sequências inventivas e de uma narrativa envolvente e moderna (com referências que vão de "Rashomon" a "O Mágico de Oz"), embalada pela trilha sonora de jazz composta pelo lendário músico Bill Lee, pai do cineasta. Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:04:19 - Grande Angular: conheça a equipe por trás de “Ela Quer Tudo” 00:12:23 - Close-Up: saiba detalhes e curiosidades sobre a realização do filme 00:19:22 - Entrevista exclusiva com Spike Lee 00:23:45 - Ponto de Vista: nossa análise do filme 00:57:12 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas 01:02:49 - Fora de Quadro: a série "Ela Quer Tudo" que Spike Lee dirigiu para a Netflix - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Tradução da entrevista com Spike Lee: Cinematório: “Luta de Classes” começa em um tom mais dramático até chegarmos a Denzel e Jeffrey indo atrás do sequestrador. Há tensão naquela primeira metade é claro, mas eu tive a impressão de que você quis tentar algo diferente ali, indo mais fundo no drama. Essa era a sua intenção? Spike Lee: Bem, eu não sei se posso dizer realmente que... Quero dizer, a minha intenção é sempre contar a melhor história que eu posso. E mesmo na fonte original, o filme de Akira Kurosawa, “Céu e Inferno”, as coisas realmente não começam a ficar movimentadas até o dinheiro ser pago. Digo, o dinheiro do resgate. E neste filme são $17,5 milhões de francos suíços. Então, você tem que reservar um tempo para estabelecer isso. E uma vez que está estabelecido, é quando Denzel, o personagem que ele interpreta, deixa sua cobertura e vai para o metrô. Então, eles descem lá e é aí que o filme realmente decola. Então, nós sabíamos que para chegar ali teríamos que estabelecer as bases primeiro. Cinematório: Com certeza. E já que a primeira adaptação do livro de Evan Hunter foi feita por Kurosawa, eu gostaria de saber como Kurosawa inspirou você como cineasta? Spike Lee: Minha inspiração como cineasta veio de, grande parte, do meu primeiro ano estudando na Escola de Cinema de Nova York, onde Ernest Dickerson, meu diretor de fotografia de longa data, e Ang Lee éramos colegas de sala. Foi lá que eu realmente fui apresentado ao cinema mundial. E a premissa de “Rashomon” eu usei no meu primeiro longa-metragem, “Ela Quer Tudo”. E como você pode ver, esta foto [aponta para a parede] foi autografada pelo mestre. Então, na sala de edição, imagino que ele está sempre olhando por cima do meu ombro! [risos] E eu perguntaria pra ele: “Como estamos indo, senhor? Como estamos? Está ficando bom?” E ele me daria o polegar para cima! [risos] Cinematório: Maravilhoso! E você poderia falar sobre a música? Tanto a música escrita e cantada por Ayanna, que é linda, e a música composta por Howard Drossin, que me pareceu tão épica para um drama tão pessoal. Spike Lee: Bem, a música é uma das ferramentas mais importantes que tenho na minha caixa. Para melhor ou pior, dependendo de quem são as pessoas, para mim a música é tão importante quanto a fotografia, a montagem, a direção de arte, o figurino. É uma ótima ferramenta se você usá-la corretamente. E para mim nunca foi apenas sobre fazer uso da música como se fosse uma jukebox onde você pega um monte de músicas de sucesso e põe para tocar, a menos que seja talvez em um filme de época. Um filme que se passe em uma determinada época. Mas eu amo música. E eu conheço o poder da música. Porque eu sei, veja bem, o público no cinema não sabe como uma cena fica sem a música e depois com a música... E eu sei o que estou fazendo sem a música. É uma ferramenta, da mesma forma que as outras que eu mencionei, fotografia, montagem... É uma ferramenta para contar a sua história. -- O podcast Em Foco é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Aqui você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br Este episódio contém trechos meramente ilustrativos da trilha sonora de "Ela Quer Tudo", composição de Bill Lee. Todos os direitos reservados aos artistas.

    • Chapters
  • #631
    July 28 · 1 hr 20 min

    De Volta Para o Sofá: “Mestres do Universo“ (1987)

    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1987 para revisitarmos "Mestres do Universo", primeira adaptação em live-action das aventuras de He-Man, sucesso absoluto dos desenhos animados dos anos 80. Também comparamos o filme clássico com a nova adaptação, lançada nos cinemas em 2026. O filme tem direção de Gary Goddard e no elenco principal estão Dolph Lundgren (He-Man), Frank Langella (Esqueleto), Meg Foster (Maligna), Jon Cypher (Mentor), Billy Barty (Gwildor) e uma novata Courteney Cox. Empunhe a sua espada mágica e aperte o play para revisitar "Mestres do Universo" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez. Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:06:45 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora? 00:12:24 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades 00:33:04 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais 00:47:16 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas 00:53:56 - Comentários sobre o filme de 2026 01:08:07 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia 01:16:35 - Música de Encerramento - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "Mestres do Universo" -- filme escrito por David Odell, baseado nos personagens criados por Roger Sweet e lançados pela Mattel --, He-Man e seus amigos Mentor e Teela fogem para a Terra após serem derrotados por Esqueleto e sua horda. Acompanhados do astuto Gwildor, os heróis recebem a ajuda de dois jovens terráqueos para usar a poderosa Chave Cósmica e evitar que as forças do mal dominem Eternia para sempre. No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mestres do Universo" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção. O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos do tema principal de "Mestres do Universo", composição de Bill Conti, e da música "He-Man", gravação do Trem da Alegria, composição de Michael Sullivan e Paulo Massadas. Todos os direitos reservados aos artistas.

    • Chapters
  • #630
    June 26 · 59 min

    Impressão Crítica: “Natal Amargo” e a introspecção metalinguística de Almodóvar

    Em sua volta à língua espanhola, Pedro Almodóvar olha para dentro e propõe uma profunda reflexão sobre a dor, a alegria e a ética do processo de criação artística. No longa, selecionado para competir pela Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, nós acompanhamos o cineasta Raúl (Leonardo Sbaraglia) que, em meio a um bloqueio criativo, usa os dramas reais de pessoas próximas para escrever um roteiro autoficcional. A obra ganha vida em 2004 através de seu alter ego, a publicitária Elsa (Bárbara Lennie), uma mulher marcada por tragédias pessoais. Alternando entre a Madrid do passado e o verão de 2026 nas Ilhas Canárias, "Natal Amargo" usa a metalinguagem para conectar as linhas temporais em uma narrativa que nos envolve nas perdas e paixões, memórias e inspirações de seus personagens, distanciando-se completamente de um conto natalino tradicional. Almodóvar assina o roteiro e a direção de "Natal Amargo", uma produção da El Deseo com distribuição da Warner Bros. Escute ou veja o podcast com a crítica de "Natal Amargo" por Renato Silveira e Kel Gomes, com participação de Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG. Gostou do podcast? Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema. Visite o nosso site para saber como participar. NATAL AMARGO (Amarga Navidad, 2026, Espanha) Direção: Pedro Almodóvar Roteiro: Pedro Almodóvar Produção: Agustín Almodóvar Elenco: Bárbara Lennie, Leonardo Sbaraglia, Aitana Sánchez-Gijón, Victoria Luengo, Patrick Criado, Milena Smit, Quim Gutiérrez, Rossy de Palma Fotografia: Pau Esteve Birba Montagem: Teresa Font Música: Alberto Iglesias Duração: 1h 52min Distribuição: Warner Bros. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br

  • #629
    June 19 · 1 hr 1 min

    Impressão Crítica: “Backrooms” e o horror psicológico entre padrões e contrastes

    Dos fóruns da internet para as telas de cinema, "Backrooms: Um Não-Lugar" traz o realismo para o fantástico com uso de found footage e cenários surrealistas. Dirigido pelo novato Kane Parsons, mais jovem cineasta contratado pela produtora A24, o filme traz Chiwetel Ejiofor ("12 Anos de Escravidão", "Coisas Belas e Sujas") no papel de Clark, um arquiteto que passa por uma crise pessoal após o fim do casamento e a frustração com a carreira profissional. Vivendo como vendedor de móveis, ele descobre acidentamente uma passagem para uma dimensão paralela em sua loja e adentra um mundo de imensas salas e corredores labirínticos que guardam perigos imprevisíveis. Intrigada com a história de Clark, a psicológa Mary, vivida por Renate Einsve ("Valor Sentimental", "A Pior Pessoa do Mundo"), tenta ajudá-lo, mas no caminho também se lança ao risco de se perder. Situado nos anos 90, "Backrooms" se apropria de códigos do cinema de horror e estéticas surrealistas, que passam por Lewis Carroll, Escher e David Lynch, para criar uma noção de nostalgia distorcida na qual objetos, lugares e imagens de conforto se convertem em formas ameaçadoras e inóspitas. Veja ou escute a crítica de "Backrooms" por Renato Silveira e Kel Gomes. Gostou do podcast? Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema. Visite o nosso site para saber como participar. BACKROOMS: UM NÃO-LUGAR (Backrooms, 2026, EUA) Direção: Kane Parsons Roteiro: Will Soodik (baseado na web série criada por Kane Parsons) Produção: James Wan, Shawn Levy, Osgood Perkins Elenco: Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell Fotografia: Jeremy Cox Montagem: Greg Ng Música: Edo Van Breemen, Kane Parsons Duração: 1h 40min Distribuição: A24, Imagem Filmes Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br

  • #628
    June 4 · 42 min

    Impressão Crítica: “O Mandaloriano e Grogu” é o pior “Star Wars“ em muito tempo

    Com muita ação e um fiapo de história, filme derivado da série "The Mandalorian" traz novamente Pedro Pascal no papel-título, acompanhado do pequeno e poderoso Grogu. Dirigido por Jon Favreau, criador da série, o longa-metragem traz o caçador de recompensas Din Djarin percorrendo a galáxia atrás de ex-líderes militares do Império. No caminho, ele e Grogu recebem uma missão do clã Hutt para resgatar Rotta, filho do falecido Jabba. Grogu continua roubando a cena, mas o enredo do filme não engata e frustra quem espera saber mais sobre os personagens e ver a trajetória deles avançar dentro da franquia "Star Wars". Veja ou escute a crítica por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema O MANDALORIANO E GROGU (The Mandalorian and Grogu, 2026, EUA) Direção: Jon Favreau Roteiro: Jon Favreau, Dave Filoni, Noah Kloor Produção: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce Elenco: Pedro Pascal, Jeremy Allen White, Brendan Wayne, Lateef Crowder, Jonny Coyne, Martin Scorsese, Sigourney Weaver Fotografia: David Klein Montagem: Rachel Goodlett Katz, Dylan Firshein Música: Ludwig Göransson Duração: 2h 12min Distribuição: Disney Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br.

  • #627
    May 30 · 1 hr 43 min

    De Volta Para o Sofá: “Mortal Kombat“ (1995)

    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos "Mortal Kombat", primeira adaptação para o cinema do popular jogo de luta. O filme tem direção de Paul W.S. Anderson (que mais tarde também levaria "Resident Evil" para a telona) e no elenco principal estão Robin Shou (Liu Kang), Cary-Hiroyuki Tagawa (Shang-Tsung), Christopher Lambert (Rayden), Bridgette Wilson (Sonya Blade), Linden Ashby (Johnny Cage) e Talisa Soto (Kitana). Prepare o seu Fatality e aperte o play para revisitar "Mortal Kombat" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez. Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:01:23 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora? 00:22:02 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades 00:44:12 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais 01:03:53 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas 01:14:59 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia 01:38:17 - Música de Encerramento - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "Mortal Kombat", três relutantes lutadores -- Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage -- são enviados para uma ilha remota onde enfrentarão adversários perigosos em um torneio no qual o destino da Terra está em jogo. Com a ajuda do poderoso Lord Rayden, eles terão que passar por combates mortais até chegarem ao confronto final contra o temido feiticeiro Shang-Tsung. Lançado quando os jogos de "Mortal Kombat" já eram uma febre mundial, o filme fez sucesso de bilheteria, mas foi alvo de críticas por retirar quase que integralmente a violência extrema e o sangue que fizeram a fama do game e o tornaram o principal concorrente de "Street Fighter" nos fliperamas. O longa teve uma continuação, "Mortal Kombat - A Aniquilação" (1997), e mais tarde a franquia ganhou séries de TV e um reboot no cinema, em 2021. No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mortal Kombat" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção. O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Techno Syndrome (Mortal Kombat)" (1995), de The Immortals, e "Breathe" (1996), de The Prodigy. Todos os direitos reservados aos artistas.

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  • #626
    May 13 · 40 min

    Impressão Crítica: “O Diabo Veste Prada 2” renova o guarda-roupa 20 anos depois

    Jornalismo e moda voltam a se encontrar em “O Diabo Veste Prada 2” (2026). A continuação do sucesso de duas décadas atrás busca atualizar as bases nem sempre confortáveis da relação entre a jornalista idealista Andy Sachs e a poderosa e cruel editora Miranda Priestly -- que agora se aproxima da aposentadoria enquanto compete pela publicidade na revista Runaway em meio ao declínio da mídia impressa. O filme traz o retorno do elenco original, com Anne Hathaway, Meryl Strepp, Emily Blunt e Stanley Tucci. A direção e o roteiro são novamente assinados por David Frankel e Aline Brosh McKenna, respectivamente. Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

  • #625
    May 8 · 44 min

    Impressão Crítica: “Michael” acerta na música e no ritmo em cinebiografia incompleta

    Um dos lançamentos mais aguardados do ano, “Michael” (2026) é a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson. O filme é um deleite para os fãs do astro, mas interferências externas -- devido ao envolvimento de sua família com o projeto e às acusações de abuso sexual contra ele -- fizeram os realizadores omitirem e/ou suavizarem as passagens mais polêmicas da vida do artista. Na tela, Michael Jackson é interpretado pelo próprio sobrinho, Jaafar Jackson, que faz sua estreia como ator. O filme acompanha a trajetória de Michael do sucesso com os irmãos no grupo Jackson 5 até o estrelato da carreira solo, marcada por muita pressão da sua vida pessoal e da grande mídia. Também estrelando Nia Long e Colman Domingo, “Michael” tem direção de Antoine Fuqua, de filmes como "Dia de Treinamento" e "O Protetor". O roteiro foi escrito por John Logan, indicado ao Oscar por "Gladiador", "O Aviador" e "A Invenção de Hugo Cabret". Crítica do filme "Michael" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

  • #624
    May 7 · 40 min

    Impressão Crítica: “O Drama” expõe a hipocrisia dos relacionamentos

    O filme "O Drama" (2026), estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, é uma comédia romântica desconstruída que trabalha a ideia de que a gente nunca conhece completamente a pessoa que está ao nosso lado. O longa, escrito e dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, de filmes como “O Homem dos Sonhos” e “Doente de Mim Mesma”, parte de uma situação aparentemente simples: um casal prestes a se casar vê tudo estremecer depois que a noiva revela um segredo do passado. Emma, vivida por Zendaya, e Charlie, interpretado por Robert Pattinson, são aquele casal que, à primeira vista, parece perfeito. Mas o filme vai desmontando essa imagem aos poucos. Crítica do filme "O Drama" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

  • #623
    April 9 · 1 hr 57 min

    cinematório café: Devorando estrelas e ventos uivantes

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos filmes aos quais assistimos após o Oscar 2026, entre eles "Devoradores de Estrelas" (Project Hail Mary), da dupla Phil Lord e Christopher Miller, com Ryan Gosling e Sandra Hüller, e "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, estrelando Margot Robbie e Jacob Elordi. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós também falamos sobre a nossa participação no Golden Globes Tribute Gala e comentamos a animação "Super Mario Galaxy", o romance de horror "A Noiva!", que traz Jessie Buckley e Christian Bale vivendo um casal de monstros em fuga, os filmes brasileiros "#SalveRosa" e "Narciso", o thriller sci-fi "Matar. Vingar. Repetir." e a comédia "Quando o Céu Se Engana", estrelada por Aziz Ansari, Seth Rogen e Keanu Reeves. Confira a minutagem em que cada filme é abordado: 00:00:00 - Introdução e Golden Globes Tribute Gala 00:09:25 - Uma reflexão sobre podcasts 00:22:50 - Devoradores de Estrelas 00:39:06 - Super Mario Galaxy 00:43:36 - O Morro dos Ventos Uivantes 01:09:54 - A Noiva! 01:21:07 - #SalveRosa e Narciso 01:38:40 - Matar. Vingar. Repetir. e Quando o Céu Se Engana O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #622
    March 5 · 1 hr 25 min

    cinematório café: Louvados “Pecadores“

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Pecadores" (Sinners, 2025), de Ryan Coogler, recordista de indicações do Oscar 2026 e da história da premiação. O longa concorre a 16 estatuetas, incluindo as de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Ator para Michael B. Jordan, Atriz Coadjuvante para Wunmi Mosaku e Ator Coadjuvante para Delroy Lindo. No Globo de Ouro, o longa venceu os prêmios de Melhor Trilha Sonora Original, composta por Ludwig Göransson, e Realização Cinematográfica e de Bilheteria. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos -- com spoilers -- como "Pecadores" mescla o drama racial com o cinema de horror, reinventando e honrando características próprias dos filmes de vampiros. Nós também comentamos aspectos do longa que envolvem o desenho de som, a trilha sonora, o visual requintado e conceitos como tempo espiralar e imortalidade. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é a crítica, curadora, pesquisadora e professora Yasmine Evaristo. Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Introdução 00:06:42 - Um novo tipo de filme de vampiros 00:14:28 - Criando cenas com o som 00:19:04 - Visual requintado, beleza diferenciada 00:30:47 - Fogo, Fumaça e Fuligem 00:36:08 - A sequência sublime e o tempo espiralar 00:42:34 - Sammie, Buddy Guy, o dom e o poder 00:57:26 - Imortalidade e infinito 01:03:32 - Vampirismos 01:10:52 - Montagem, razão de aspecto e memória oral 01:18:33 - Considerações finais O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #621
    February 12 · 1 hr 29 min

    cinematório café: Sem pirraça com “O Agente Secreto“

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "O Agente Secreto" (2025), de Kleber Mendonça Filho. O longa é o representante oficial do Brasil no Oscar 2026 e concorre a quatro estatuetas: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Elenco. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos os vários aspectos que levaram "O Agente Secreto" a se tornar um filme brasileiro tão celebrado mundialmente nesta temporada, desde os prêmios conquistados no Festival de Cannes até o Globo de Ouro e o Oscar. Aspectos que incluem o uso cada vez mais aprimorado da linguagem cinematográfica por Kleber e sua equipe, a união perfeita de imagem e trilha sonora e, claro, o elenco formidável que conta com a grande revelação do ano: Tânia Maria, intérprete da impagável Dona Sebastiana. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Introdução com carnaval e expectativa para o Oscar 00:06:43 - Um filme melhor após o outro 00:11:41 - (Re)criando memórias 00:19:24 - O verdadeiro agente secreto 00:25:20 - Os grandes coadjuvantes 00:29:17 - O que aconteceu com Armando? 00:35:37 - A Perna Cabeluda 00:40:17 - Divisão em capítulos 00:44:46 - A elite e os matadores 00:52:41 - Elza e Hans 00:56:15 - Memórias analógicas e musicais 01:06:19 - Considerações finais e cenas ou momentos favoritos O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #620
    January 30 · 1 hr 47 min

    cinematório café: O final de “Stranger Things“

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos a 5ª e última temporada de "Stranger Things". Após quase uma década, a nostálgica série da Netflix, criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, encerra a história situada nos anos 80 de maneira apoteótica e dividindo opiniões. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos os desfechos de cada núcleo de personagens e quais deles funcionaram ou não. Nós também debatemos se o formato de lançamento da última temporada, dividido em três partes, prejudicou a experiência do público. Nosso convidado para este episódio é Matheus Monteiro, crítico, roteirista, cineclubista e professor, autor do Cinegrafia. Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Os quase 10 anos de coming of age de "Stranger Things" 00:15:39 - Dividir a temporada em volumes foi uma boa ideia? Os problemas de roteiro 00:43:54 - Max, Holly e Vecna 00:52:50 - A prisão narrativa de Eleven 01:01:50 - Os heróis não são os meninos 01:08:28 - A revelação de Will 01:25:55 - Nancy, Jonathan e Cia. 01:34:10 - Acabou mesmo? O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #619
    January 15 · 1 hr 47 min

    cinematório café: Os vencedores do Globo de Ouro 2026

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos o Globo de Ouro 2026. Renato Silveira e Kel Gomes, votantes internacionais da premiação, analisam o resultado da 83ª edição -- incluindo as vitórias históricas de "O Agente Secreto" e de Wagner Moura como Melhor Ator em Filme de Drama. Confira também recomendações dos melhores filmes que não foram premiados. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, além de "O Agente Secreto", nós analisamos as vitórias dos filmes "Uma Batalha Após a Outra", "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", "Pecadores", "Valor Sentimental", "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria" e "Guerreiras do KPop", e como ficam as chances de cada um para o Oscar 2026. Também comentamos o novo prêmio de Melhor Podcast e as séries vencedoras, incluindo "Adolescência". Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:07:46 - "O Agente Secreto", Wagner Moura e as chances (e concorrentes) no Oscar 00:37:44 - "Hamnet" surpreende e se recoloca na corrida da temporada de premiações 00:47:15 - Melhores Atrizes: Jessie Buckley e Rose Byrne vencem disputa aberta e acirrada 00:58:38 - "Nouvelle Vague" e "Blue Moon": dois Linklaters não fizeram frente a um Paul Thomas Anderson 01:06:09 - Melhor Animação: "Guerreiras do KPop" era favorito de longe, mas concorrentes também são ótimos filmes 01:12:32 - "Pecadores" é o melhor e mais importante blockbuster do ano 01:19:16 - Melhor Trilha, Melhor Canção e... Melhor Podcast 01:28:27 - "The Pitt" e "Adolescência": as melhores séries? O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #618
    Dec 12, 2025 · 53 min

    cinematório café: "Abre Alas" e o cinema como espaço de escuta e acolhida

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre o filme "Abre Alas" (2025), primeiro longa dirigido por ela. Filmado em Belo Horizonte, o documentário é um retrato sensível sobre experiências femininas e se propõe como espaço de escuta e acolhida de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, para que elas contem as histórias de suas vidas. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:02:53 - As origens de "Abre Alas" 00:08:54 - Chegando às sete personagens 00:17:51 - Os contrastes entre Walkíria e Lorena 00:23:30 - Os espelhos no cenário 00:28:22 - As cenas entre os depoimentos 00:36:45 - As músicas do filme 00:41:04 - Influências e referências 00:44:15 - Próximo projeto 00:45:57 - O filme como um renascimento Em "Abre Alas", Ursula trabalha com variações de um mesmo cenário, composto por espelhos que multiplicam e revelam as muitas facetas dessas mulheres vindas de diferentes contextos socioeconômicos. Diante da câmera, elas compartilham vivências, revisitam escolhas e, por vezes, arriscam confissões. O filme entrou em cartaz nos cinemas em 11 de dezembro de 2025, em um momento em que o Brasil enfrenta um aumento alarmante da violência contra as mulheres. Um novo dado do Conselho Nacional de Justiça diz que acontece um feminicídio a cada 44 minutos no nosso país. Manifestações massivas sobre o assunto tomaram as ruas de várias cidades brasileiras poucos dias antes do lançamento do documentário. Assim, é interessante pensar como o filme nasce como gesto de escuta e cuidado, mas também se mostra uma forma de resistência, de memória coletiva de mulheres, de reivindicação do direito à vida. Premiado no Femina 2025 – Festival Internacional de Cinema Feminino, “Abre Alas” é produzido por Ursula Rösele e Simone Martins, por meio da Sanar Produções, com distribuição da Embaúba Filmes. A fotografia é da Jenny Cardoso, a direção de arte é da Rimenna Procópio e a montagem é da Beatriz Pomar. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #617
    Oct 16, 2025 · 1 hr 16 min

    cinematório café: A montanha-russa de emoções de “Uma Batalha Após a Outra”

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Uma Batalha Após a Outra" (One Battle After Another, 2025), de Paul Thomas Anderson. Estrelado por Leonardo DiCaprio, Teyana Taylor, Sean Penn, Chase Infiniti, Benicio Del Toro e Regina Hall, o longa é um dos melhores lançamentos do ano e forte candidato ao Oscar 2026. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Inspirado no livro "Vineland", de Thomas Pynchon (mesmo autor de "Vício Inerente"), "Uma Batalha Após a Outra" conta a história de Bob Ferguson (DiCaprio), um antigo revolucionário que é arrastado de volta a um mundo de perigos e conspirações quando sua filha, Willa (Infiniti), é colocada em risco. Em meio a confrontos intensos e situações imprevisíveis, ele precisa desafiar seu próprio passado para tentar salvá-la, em uma história marcada por ação incessante e reviravoltas inesperadas. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "One Battle After Another" (2025), de Jonny Greenwood; "The Revolution Will Not Be Televised" (1971), de Gil Scott-Heron; e "Dirty Work" (1971), de Steely Dan. Todos os direitos reservados aos artistas.

  • #616
    Oct 10, 2025 · 1 hr 40 min

    cinematório café: “O Último Episódio”, anos 90 e o “coming of age“ brasileiro

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com o diretor Maurilio Martins, da Filmes de Plástico, sobre "O Último Episódio" (2025), primeiro longa-metragem solo dirigido por ele, que acompanha a jornada de amadurecimento (o famoso coming of age) de três amigos na periferia de Contagem, em Minas Gerais, no início dos anos 90. Mais do que uma entrevista com detalhes sobre os bastidores da produção, o programa fala sobre a nostalgia da época em que a história se passa, estilo cinematográfico, a influência de Hollywood e a importância de haver mais filmes para crianças e adolescentes feitos no Brasil. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:03:58 - O início de tudo: como a vontade de fazer o filme surgiu 00:13:29 - A parceira com Thiago Macêdo Correia no roteiro 00:17:48 - A trilha sonora criada por John Ulhoa e Richard Neves, do Pato Fu 00:22:17 - O videogame como referência na música e na imagem 00:28:26 - A influência de Hollywood e importância de haver mais filmes para crianças e adolescentes feitos no Brasil 00:40:46 - Estilo de direção e ritmo na construção das cenas 00:49:41 - Como Matheus Sampaio foi escalado para viver Erik 00:55:24 - As escolhas por Daniel Victor e Tatiana Costa para os papéis de Cassinho e Cristão 01:09:16 - O convite inesperado para Camila Morena interpretar a mãe de Erik 01:14:50 - A direção de arte e a produção de objetos de época 01:27:33 - A narração e a ponta de Maurilio e do filho no filme 01:31:35 - Os próximos projetos Situado em 1991, "O Último Episódio" é inspirado nas memórias de Maurilio Martins, que nasceu, cresceu e ainda vive no Jardim Laguna, bairro periférico de Contagem onde a história se desenrola. O filme retrata experiências comuns da adolescência: o nervosismo do primeiro amor, o desejo de demonstrar mais coragem do que se tem e os laços de amizade que se fortalecem nas pequenas aventuras. O protagonista de "O Último Episódio" é Erik, um garoto de 13 anos que tem uma paixão platônica por Sheila e, para se aproximar dela, diz ter em casa uma fita com o lendário “último episódio” do desenho "Caverna do Dragão". Com a ajuda de seus amigos, ele busca uma saída para a enrascada em que se meteu, vivendo uma intensa história de amadurecimento. O elenco principal de "O Último Episódio" é formado por Matheus Sampaio, Daniel Victor, Tatiana Costa, Camila Morena, Rejane Faria, Maria Leite, Daniel Jaber, Babí Amaral e Leonardo De Jesus, com participações de Gabriel Martins e André Novais Oliveira. O roteiro é assinado por aurilio Martins e Thiago Macêdo Correia. A trilha sonora é outro destaque do longa e foi composta por John Ulhoa e Richard Neves, da banda Pato Fu. O lançamento é da Malute Filmes e da Embaúba Filmes. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.

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  • #615
    Sep 4, 2025 · 1 hr 46 min

    cinematório café: “A Hora do Mal” e mais alguns minutos de horror

    Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "A Hora do Mal" (Weapons, 2025), de Zach Cregger, um dos grandes sucessos de 2025. Também comentamos outros filmes de horror recentes sobre os quais ainda não havíamos falado no podcast: "O Pranto do Mal", "Apartamento 7A", "Pecadores", "Extermínio: A Evolução", "M3GAN 2.0" e "Prédio Vazio". - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "A Hora do Mal", uma comunidade é abalada pelo desaparecimento repentino de crianças de uma mesma sala de aula. As suspeitas recaem sobre a professora delas, enquanto os pais e a polícia tentam desvendar o mistério. No elenco, Julia Garner, Josh Brolin, Amy Madigan, Benedict Wong e Alden Ehrenreich. Confira a minutagem em que os filmes são discutidos: 00:03:57 - "A Hora do Mal" 01:04:07 - "O Pranto do Mal", "Apartamento 7A", "Pecadores", "Extermínio: A Evolução", "M3GAN 2.0", "Prédio Vazio" Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Weapons Main Theme" (2025), de Ryan Holladay, Hays Holladay & Zach Cregger; "Beware of Darkness" (1970), de George Harrison; e "Terminator 2 Main Title" (1991), de Brad Fiedel. Todos os direitos reservados aos artistas.

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  • #614
    Aug 28, 2025 · 2 hr 10 min

    De Volta Para o Sofá: Especial “Corra que a Polícia Vem Aí!“

    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1988 para revisitarmos uma das franquias mais engraçadas de todos os tempos: "Corra que a Polícia Vem Aí!" Relembramos os três filmes de paródia do cinema policial estrelados pelo inesquecível Leslie Nielsen e realizados pelo trio ZAZ (David Zucker, Jim Abrahams e Jerry Zucker). Também comentamos o longa de 2025 protagonizado por Liam Neeson. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:05:17 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora? 00:20:24 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades 00:44:18 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais 01:09:13 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas 01:19:46 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia 01:43:27 - Corra que a Polícia Vem Aí! (2025) 02:07:53 - Música de Encerramento Em "Corra que a Polícia Vem Aí!", o corajoso, mas atrapalhado detetive Frank Drebin (Leslie Nielsen), do Esquadrão de Polícia, descobre sem querer um plano para assassinar a Rainha da Inglaterra durante um jogo de beisebol nos EUA. Para impedir o atentado, ele acaba se metendo em diversas confusões. Ao lado de Drebin estão os colegas policiais Ed (George Kennedy) e Nordberg (O.J. Simpson), além de sua amada Jane (Priscilla Presley). O sucesso do filme original -- realizado na esteira de "Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu!" (1980) e "Top Sectet! Superconfidencial" (1984), ambos também do trio ZAZ -- rendeu as continuações "Corra que a Polícia Vem Aí! 2 e 1/2" (1991) e "Corra que a Polícia Vem Aí! 33 e 1/3 - O Insulto Final" (1994). Em 2025, a franquia voltou às telas com Liam Neeson, interpretando o filho de Frank Drebin, e Pamela Anderson, vivendo seu interesse amoroso. A direção de Akiva Schaffer, de "Tico e Teco: Defensores da Lei" (2022) e "Hot Rod: Loucos Sobre Rodas" (2007). No podcast, além da nossa análise, você conhece diversas curiosidades sobre "Corra que a Polícia Vem Aí!" -- que teve sua origem na série de TV "Esquadrão de Polícia" (Police Squad!), também criada pelo trio ZAZ e estrelada por Leslie Nielsen. O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão dos filmes, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco. Ligue o giroflex e aperte o play para revisitar "Corra que a Polícia Vem Aí!" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "The Naked Gun Theme" (1988), de Ira Newborn, e "Polícia" (1986), dos Titãs, composição de Tony Bellotto. Todos os direitos reservados aos artistas.

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  • #613
    Aug 7, 2025 · 1 hr 33 min

    De Volta Para o Sofá: “Se7en - Os Sete Crimes Capitais“ (1995)

    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos um dos filmes mais marcantes e chocantes da década: o suspense policial "Se7en - Os Sete Crimes Capitais" (Se7en), dirigido por David Fincher e estrelado por Brad Pitt, Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow e Kevin Spacey. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:04:59 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora? 00:20:25 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades 00:46:42 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais 01:00:26 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas 01:14:38 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia 01:30:17 - Música de Encerramento Escrito por Andrew Kevin Walker, "Se7en" tem como protagonistas Somerset (Freeman), um detetive a uma semana da aposentadoria, e Mills (Pitt), um jovem investigador ansioso por assumir o posto do veterano. Eles acabam formando uma dupla não planejada para resolver o caso de um serial killer meticuloso que mata suas vítimas de acordo com os sete pecados capitais: gula, avareza, soberba, preguiça, luxúria, inveja e ira. No podcast, além da nossa análise, você conhece diversas curiosidades sobre o filme -- que foi indicado ao Oscar de Melhor Montagem, teve uma excelente bilheteria e chegou a ter uma proposta de continuação, mas que se transformou em um projeto muito diferente, 20 anos depois. O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco. Pegue seu distintivo, vista um sobretudo e aperte o play para revisitar "Se7en" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Closer (Precursor)" (1994), de Nine Inch Nails, e "The Hearts Filthy Lesson" (1995), de David Bowie. Todos os direitos reservados aos artistas.

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