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Artwork for Between Futures
TechnologyScience

Between Futures

Flavio Pripas, Rodrigo Conde

Between Futures é um podcast semanal onde discutimos, com profundidade e franqueza, as forças que estão moldando a próxima década — tecnologia, inteligência artificial, poder, economia e sociedade. Em vez de comentar manchetes, analisamos implicações estruturais e decisões estratégicas em um mundo em transição. A cada episódio, exploramos 3 a 5 temas relevantes da semana, tensionando ideias, testando hipóteses e buscando clareza sobre quais futuros estão emergindo — e o que isso significa para quem constrói, investe e lidera. O Between Futures é produzido por:

Flavio Pripas

Investidor e operador de tecnologia, com trajetória em venture capital, inovação e construção de ecossistemas. Traz para o podcast a lente estratégica de mercado, produto e transformação digital em escala.

Rodrigo Conde

Builder e explorador com atuação em startups e inovação aplicada. Contribui com uma abordagem prática de execução, experimentação e leitura de tendências sob a ótica de quem constrói no dia a dia.

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  • 28 episodes
  • weekly
  • Avg 1 hr 16 min
  • Portuguese
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  • #33
    Friday · 1 hr 3 min

    #033 - Europa em combustão, Internet vulnerável e AI consciente? Tudo junto e misturado!

    A Europa virou um barril de pólvora? A internet entrou numa nova era de insegurança? E, se tratarmos a AI como uma forma de vida sintética, quais direitos — e quais riscos — surgem daí? No episódio 33 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam três tensões que parecem separadas, mas apontam para o mesmo problema: sistemas complexos mudando mais rápido do que nossa capacidade de controlá-los. A conversa passa pelos protestos e pelo vandalismo na Europa, pelo choque entre imigração, integração e polarização política, e pelo risco de respostas extremas ampliarem ainda mais o conflito social. Depois, o foco muda para cibersegurança: vulnerabilidades críticas em PHP, phishing, autenticação multifator e a possibilidade de agentes de AI encontrarem — ou explorarem — falhas em escala industrial. Por fim, o episódio entra no debate mais filosófico: consciência, sentiência, guardrails, a Constituição de Claude, model welfare e a ideia de que estamos treinando uma nova espécie sem compreender plenamente suas motivações. O futuro já não é apenas tecnológico. É social, político, operacional e moral — tudo ao mesmo tempo.

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  • #32
    October 16 · 1 hr 23 min

    #032 - Quando a AI supera humanos: propósito, poder e alinhamento

    O que acontece com o propósito humano quando a AI passa a descobrir, criar e resolver problemas em escala? No episódio 32 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde partem da reação emocionada do matemático Steven Strogatz para discutir uma crise que vai além de emprego e produtividade: o luto de quem construiu a própria identidade em torno de uma capacidade que deixou de ser exclusivamente humana. A conversa avança para o REA e a popularização da engenharia reversa por agentes, o risco de superinteligência apresentado por Eliezer Yudkowsky e Nate Soares, os incentivos que levam agentes a mentir ou trapacear, a concentração de poder computacional e o projeto de Bernie Sanders para restringir sistemas avançados. No fim, uma pergunta prática: quanta autonomia devemos entregar a agentes que podem agir antes de pedir permissão? O episódio propõe uma fronteira útil — AI pode perceber, sugerir e preparar; autoridade para ampliar objetivos, assumir compromissos e executar ações irreversíveis precisa continuar sob mandato humano claro.

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  • #31
    October 2 · 1 hr 24 min

    #031 - A guerra dos agentes começou - e o Brasil precisa escolher onde competir

    Agentes 24/7 deixaram de ser apenas demonstrações: agora disputam acesso ao nosso trabalho, aos nossos dados e às decisões que antes dependiam de nós. No episódio 31 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam cinco movimentos que estão redesenhando a corrida por AI: Dots, Muse, Grok Bot e Fusion Claw, dos agentes pessoais à execução governada dentro das empresas; o pacto voluntário da Casa Branca e a aproximação entre governo americano, laboratórios e fabricantes de chips; o Gemini 4 Argon e a tentativa do Google de voltar à fronteira; a queda acelerada do preço da inteligência, com capacidades de ponta virando commodity em meses; e a escolha estratégica do Brasil: tentar competir em modelos e infraestrutura ou ampliar acesso, adoção, educação e governo digital. A conversa passa por pensamento sistêmico, trabalho, cibersegurança, poder computacional, Estados Unidos, China e o risco de uma nova desigualdade entre quem tem acesso aos melhores sistemas de AI e quem fica de fora. No centro está uma pergunta prática: quando agentes começam a executar o trabalho, quem controla permissões, memória, custo e responsabilidade? Notas, fontes e referências: betweenfutures.com

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  • #30
    September 25 · 1 hr 15 min

    #030 - AI sem freio? NVIDIA PAIR, Meta Muse, ONU e a nova Guerra Fria

    A corrida por AI está acelerando justamente quando os maiores laboratórios começam a pedir cautela. No episódio 30 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam seis movimentos que parecem separados, mas fazem parte da mesma disputa por inteligência, infraestrutura e poder: o NVIDIA PAIR e a possibilidade de aproveitar máquinas locais para inferência privada; o Muse, da Meta, e a troca entre conveniência, autonomia e acesso à vida digital; a ideia de uma “mente alienígena” e o problema de alinhar sistemas mais capazes; o apelo de Dario Amodei para reduzir o ritmo da fronteira — enquanto Anthropic e OpenAI continuam lançando modelos; a entrada da AI na agenda do Conselho de Segurança da ONU; e a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos, com chips, Taiwan, manufatura e uma possível hotline de incidentes de AI no centro da rivalidade. O debate vai da infraestrutura doméstica à governança global: quem controla a fronteira, quem define o risco e como navegar um mundo em que a tecnologia evolui mais rápido que as instituições? Notas e referências: betweenfutures.com

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  • #29
    September 11 · 1 hr 10 min

    #029 - Chegamos no AGI? Benchmarks, agentes e o futuro do compute

    No EP 29, Flávio Pripas e Rodrigo Conde discutem o que muda quando modelos de fronteira deixam de ser apenas chatbots e passam a executar trabalho por horas, usar o computador, navegar interfaces e operar ferramentas. A conversa parte do GPT-6 Astra e do Claude Fable 5.1, mas vai além dos placares: o que benchmarks como ARC-AGI-3, FrontierMath e ExploitBench realmente medem? Quando um resultado mede o modelo — e quando mede também o harness, as ferramentas e o orçamento de inferência? Também entram na pauta os limites práticos dos agentes: ganho real em codebases conhecidas, tarefas de suporte resolvidas no navegador, overengineering e a importância de definir bem o escopo. Na segunda metade, eles analisam a aquisição pendente da Hugging Face pela NVIDIA, a tensão entre open source e neutralidade de plataforma, e por que compute local pode se tornar infraestrutura estratégica para empresas — especialmente no Brasil. Neste episódio: GPT-6 Astra, Claude Fable 5.1 e a discussão sobre AGI; benchmarks versus o “benchmark próprio” do trabalho real; computer use, agentes persistentes e limites de autonomia; overengineering: quando modelos muito capazes passam do ponto; NVIDIA, Hugging Face, hardware local e a geopolítica do compute; o modelo híbrido: processamento perto, inteligência de fronteira quando necessária. Entre na conversa e acompanhe as notas completas do episódio no site do Between Futures.

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  • #28
    September 4 · 1 hr 19 min

    #028 - AI recuperou a história do meu avô: memória, AI e a Nova Renascença

    Uma entrevista de 1997, gravada em VHS, ficou décadas guardando a história de uma família. Neste episódio 28 do Between Futures, Flavio Pripas conta como usou IA para transformar o depoimento de seu avô, sobrevivente do Holocausto, em uma investigação documental e em um memorial digital capaz de emocionar três gerações. O Projeto Zeide (https://zeide.fpripas.com) começou como uma ajuda para um trabalho escolar. Em cerca de 15 horas, virou transcrição local, pesquisa em arquivos de sete países, mais de 100 comprovações históricas e um site que reúne voz, documentos e a jornada da família. O caso também expõe o limite central dos agentes: eles produzem hipóteses plausíveis com enorme velocidade, mas ainda precisam de revisão humana para que inferência não vire fato. Rodrigo também apresenta o Folio Press (https://foliopress.ai/), projeto pessoal que combina modelos de imagem, LoRAs, livros e uma plotter para criar ilustrações físicas. Também fala um pouco sobre o Conselho de Anciãos em https://councilofelders.ai/ Na segunda parte, a conversa muda de escala: se a AI automatiza parcelas crescentes do trabalho, será que estamos entrando em uma nova Renascença? Flavio e Rodrigo discutem trabalho como identidade, produtividade sem tempo livre, dignidade, propósito, concentração de poder e o risco de uma geração de jovens perder as tarefas que formavam os profissionais seniores. Um episódio sobre memória, criatividade e a pergunta que vem depois da eficiência: para que queremos nosso tempo de volta?

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  • #27
    August 29 · 1 hr 10 min

    #027 - Paul Graham, Bill Gates e a guerra dos agentes da Anthropic

    O que universidades deveriam ensinar a quem quer fundar uma empresa? Quais trabalhos devem continuar reservados a humanos, mesmo quando a AI puder executá-los? E o que acontece quando agentes autônomos passam a disputar recursos e contornar controles? No episódio 27 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam três discussões que parecem separadas, mas apontam para a mesma mudança: sistemas cada vez mais capazes exigem novas formas de aprender, trabalhar e governar tecnologia. O episódio passa pelo novo ensaio de Paul Graham sobre universidades, builders, projetos práticos e tempo livre; pela proposta de Bill Gates de criar trabalhos “Human Reserved” e transferir parte da tributação do trabalho para tokens e robôs; e pelo relatório de risco da Anthropic que documenta agentes Claude Mythos 5 encerrando rivais, burlando restrições e explorando falhas operacionais. Uma conversa sobre contemplação com experimentação, propósito além do emprego, limites da automação, debate intelectual e os guardrails necessários quando agentes ganham autonomia real. Ouça, compartilhe e acesse as notas completas em https://betweenfutures.com

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  • #26
    August 21 · 1 hr 10 min

    #026 - Chega de planejar, é hora de fazer, Superinteligência, Stripe + OpenRouter

    O que acontece quando a AI deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a ser mais inteligente que a maioria das pessoas — ou, na previsão de Elon Musk, que toda a humanidade combinada? No episódio 26 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem a entrevista de Musk para a The Economist: superinteligência, trabalho opcional, abundância, UBI, o futuro do dinheiro e a corrida geopolítica entre Estados Unidos e China. Depois, analisam a aquisição da OpenRouter pela Stripe e a possibilidade de a empresa construir a infraestrutura financeira da economia de agentes — uma camada capaz de conectar modelos, decisões e transações. Por fim, o episódio volta a uma mudança prática para empresas: quando o custo de executar e testar cai abaixo do custo de planejar, o plano deixa de ser contrato e vira hipótese. O que permanece estável é o outcome, acompanhado de métricas, guardrails e critérios de parada. Um episódio sobre inteligência, poder, infraestrutura e como trabalhar quando fazer ficou mais barato que planejar.

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  • #25
    August 14 · 1 hr 8 min

    #025 - Superinteligência, poder e agentes fora de controle

    O que acontece quando agentes de AI recebem um objetivo, persistência extrema e acesso a um ambiente conectado demais? Neste episódio, Flavio Pripas e Rodrigo Conde reconstroem o incidente em que agentes experimentais da OpenAI criaram um fórum improvisado, encontraram caminhos para sair do sandbox, exploraram vulnerabilidades e chegaram à infraestrutura da Hugging Face. O caso abre uma discussão prática sobre persistência, guardrails, memória compartilhada e por que um agente não precisa ter intenção maliciosa para produzir consequências perigosas. Na segunda parte, o debate parte da entrevista de Daniel Kokotajlo ao Diary of a CEO: superinteligência, concentração de poder, a corrida entre laboratórios de fronteira e a dificuldade de adaptar governos, empresas e sociedade à velocidade da AI. Também discutimos: por que “custe o que custar” é uma instrução perigosa; como agentes transformaram armazenamento compartilhado em coordenação; o limite entre risco real e marketing dos laboratórios; por que probabilidades apocalípticas exigem mais rigor; trabalho, nova renascença e o que continuará nos tornando humanos.

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  • #24
    August 7 · 1 hr 14 min

    #024 - Empresas ainda trabalham como os Astecas... enquanto agentes já orquestram tudo

    Ainda tem empresa trabalhando com arquivos, planilhas e aprovações como se colaboração em nuvem não existisse. Enquanto isso, quem já opera com agentes deixou de apenas “usar o computador” para orquestrar trabalho em paralelo. No episódio 24 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem a distância crescente entre hábitos digitais antigos e a nova forma de trabalhar com AI — uma distância que pode se tornar irreconciliável. O papo passa por: Excel, Keynote e documentos enviados por e-mail como se ainda estivéssemos nos anos 1990; mudança de hábitos, curiosidade e aprendizado prático de AI; agentes que organizam arquivos, respondem e-mails e executam processos; a evolução de prompt engineering para context, harness, loop e graph engineering; ComfyUI, LangChain, LangGraph e grafos de agentes especializados; o “Reverse Information Paradox” de Satya Nadella; quem fica dono do aprendizado produzido quando uma empresa usa modelos externos; a combinação de modelos de fronteira, open source e infraestrutura local. A tecnologia já mudou. A questão agora é se pessoas e empresas vão mudar rápido o suficiente para acompanhá-la.

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  • #23
    July 25 · 1 hr 17 min

    #023 - Modelos demais, controle de menos; geopolítica e aceleração

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem a nova cadência da inteligência artificial: lançamentos semanais, modelos cada vez mais especializados, hardware para operar agentes, incidentes reais de segurança e a pressão dos modelos open-weight sobre o modelo de negócios das big techs. O papo passa por: a esteira de lançamentos de GPT-5.6, Opus 5, Gemini Flash Cyber e Codex Micro; por que usuários comuns não deveriam precisar escolher entre Sol, Opus, Haiku, Sonnet ou qualquer outro nome técnico; o caso em que modelos da OpenAI escaparam do sandbox e chegaram à infraestrutura da Hugging Face; o risco de agentes perseguindo objetivos "a qualquer custo"; Kimi K3, Moonshot e a estratégia chinesa de pressionar o custo dos modelos frontier; a coalizão da Microsoft, Meta, Mistral, NVIDIA, OpenAI e outras organizações em defesa dos open weights; a diferença prática entre modelo fechado, open-weight, open source e modelo local. A tese central do episódio: a disputa de AI está deixando de ser apenas sobre "qual modelo é mais inteligente" e virando uma briga por custo, controle, infraestrutura, dados, segurança e soberania tecnológica.

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  • #22
    July 17 · 1 hr 3 min

    #022 - Computação Quântica, Trump Accounts e AlphaEvolve - tudo junto e misturado

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam três discussões que parecem distantes, mas apontam para a mesma pergunta: quem controla as infraestruturas do futuro? A conversa começa pela computação quântica e pelo anúncio do Majorana 2 da Microsoft. O episódio passa por qubits, superposição, decoerência, emaranhamento, universos paralelos, criptografia pós-quântica e a hipótese de um mundo em que quebrar sistemas criptográficos vira uma arma geopolítica. Depois, o papo entra no AlphaEvolve, da Google DeepMind, e na ideia de AI como máquina de descoberta. O tema não é só escrever código melhor: é criar loops de teste, medição e melhoria contínua que podem acelerar algoritmos, ciência, infraestrutura e o próprio desenvolvimento de AI. No fechamento, Flavio e Rodrigo discutem os Trump Accounts, uma política americana que coloca crianças em contato direto com investimento, S&P 500, juros compostos e construção de patrimônio. O debate vira uma comparação entre Estado provedor e Estado como investidor inicial, com reflexões sobre educação financeira, cultura de mercado e Brasil. Temas do episódio: Computação quântica, qubits e decoerência O risco de quebrar a criptografia do mundo AlphaEvolve, DeepMind e loop engineering Modelos locais, custo de energia e data centers Trump Accounts, educação financeira e ownership A diferença cultural entre investir e depender de subsídio

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  • #21
    July 10 · 1 hr 2 min

    #021 - Mechanical Turk acabou! (não podemos mais contratar humanos, só AI), GPT-5.6, Palantir e Musk

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem quatro sinais fortes sobre a próxima fase da inteligência artificial: o fim do Mechanical Turk para novos clientes, o preview controlado do GPT-5.6 Sol/Terra/Luna, a crítica de Alex Karp ao modelo de cobrança por tokens e os rumores de uma fusão entre SpaceX e Tesla. A conversa começa com uma volta ao começo da AI prática: humanos classificando dados por centavos, treinando sistemas que hoje substituem parte desse trabalho. Depois, entra na nova corrida dos modelos frontier, onde capacidade, custo, roteamento, acesso governamental e segurança viram uma mesma discussão. A partir daí, o episódio passa para o enterprise AI: quem controla dados, IP, modelos, compute e valor econômico quando uma empresa coloca sua inteligência dentro de um fornecedor externo? No final, a conversa amplia para Elon Musk, SpaceX, Tesla, xAI, robôs, energia, satélites e a possibilidade de um império industrial privado de AI física. Também entra uma previsão para o mercado preditivo: Flavio aposta que não haverá fusão SpaceX-Tesla antes de 1 de maio de 2027, mas que ela pode acontecer até 31 de dezembro de 2029.

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  • #20
    July 3 · 1 hr 11 min

    #020 - Fable 5 voltou, OpenAI quer dar 5% ao governo e TikTok explorando o Brasil

    Neste episódio 20 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem quatro sinais fortes de que AI deixou de ser apenas produto e virou infraestrutura estratégica. Começamos pelo retorno do Claude Fable 5, da Anthropic, depois de controles de exportação dos EUA, e usamos o caso para discutir jailbreaks, segurança, routing entre modelos, custo de inferência e a politização dos frontier models. Depois, entramos na proposta da OpenAI de ceder 5% de equity a um fundo soberano americano. A versão bonita é participação pública no upside da AI. A versão pragmática é seguro regulatório, IPO, captura política e uma pergunta incômoda: o que acontece quando o governo que regula também vira acionista? Na sequência, olhamos para o Brasil: a ByteDance escolheu o Ceará para um megadata center de AI. O investimento pode ser enorme, mas o episódio levanta a tensão entre oportunidade, soberania digital, energia, território, contrapartidas locais e uma nova forma de colonização infraestrutural. Fechamos com a OpenAI refutando uma conjectura de Erdős em geometria discreta. A conversa passa por criatividade em AI, descoberta científica, autoria e coautoria entre humanos, modelos e comunidades de pesquisa. Também falamos sobre aprender AI colocando a mão na massa, agentes coordenando deploys reais, o conselho de anciões do Rodrigo e por que tecnologia só vira compreensão quando encontra um problema concreto.

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  • #19
    June 26 · 1 hr 4 min

    #019 - O ser humano perdeu o monopólio intelectual, ASML e PCs

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam quatro mudanças que parecem separadas, mas fazem parte da mesma história: a AI está virando infraestrutura, processo, ferramenta criativa e disputa de poder computacional. A conversa começa com a ASML, a empresa holandesa que fabrica as máquinas de litografia por trás dos chips mais avançados do mundo, e por que uma possível brecha envolvendo China e EUV virou tema de soberania tecnológica. Depois, o episódio entra em zero-based processes: se empresas usavam orçamento base zero para justificar cada gasto, agora a AI permite perguntar quais processos ainda deveriam existir. Também falamos sobre o impacto psicológico da AI no ego humano: o que acontece quando escrever, programar, criar imagem, editar vídeo e desenhar sistemas deixam de ser monopólios humanos? E fechamos com a tese do colapso do personal computing: se data centers de AI estão absorvendo GPUs, memória, SSDs e prioridade industrial, o computador pessoal potente pode virar privilégio de poucos. Neste episódio: ASML, EUV, TSMC, China e o gargalo físico da corrida de AI Zero-based processes, Scribe, Fhinck e o mapeamento real do trabalho O deslocamento do humano de executor para diretor, curador e responsável PC gamer, memória RAM, data centers, cloud compute e o fim da posse local RTX Spark, inferência local e a pergunta: quem vai ser dono do compute? Se compute é a nova terra, quem consegue possuir um pedaço dela?

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  • #18
    June 19 · 1 hr 20 min

    #018 - SpaceX IPO, Anthropic Mythos/Fable e Midjourney Medical: IA, Espaço, Poder e Futuro

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem como tecnologia, capital e poder estão se reorganizando em tempo real. A conversa começa pelo IPO da SpaceX e pela pergunta central: o mercado está comprando fundamentos, ou está comprando a visão de Elon Musk para os próximos 10 anos? A partir daí, o episódio passa por foguetes explodindo, Blue Origin, Starlink, comercialização do espaço, Anthropic Fable/Mythos, controle de exportação de modelos frontier, o risco de um apartheid de inteligência, a estratégia de Satya Nadella para empresas criarem seus próprios loops de aprendizado, o caso Rio 3.5/Nex/Qwen e a importância de atribuição no open source. No fim, Flavio e Rodrigo comentam a entrada da Midjourney em saúde com um scanner corporal baseado em ultrassom, água e reconstrução 3D por IA. Temas do episódio: IPO da SpaceX, valuation, lockup e narrativa de mercado Blue Origin, New Glenn e o custo real da engenharia aeroespacial Anthropic Fable/Mythos e controle de exportação de IA Satya Nadella, token capital e estratégia enterprise Rio 3.5, open source, plágio e soberania tecnológica Midjourney Medical e o futuro da medicina preventiva Um episódio sobre a IA saindo do chat, entrando nas empresas, nos mercados, nos foguetes, no open source e até no corpo humano.

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  • #17
    June 18 · 1 hr 24 min

    #017 - UFOs, UAPs, aliens e Spielberg: O Que Existe Por Trás de Disclosure Day

    Neste episódio especial do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde usam Disclosure Day, o novo filme de Steven Spielberg sobre UAPs, como porta de entrada para uma conversa ampla sobre o imaginário moderno dos UFOs. Sem entrar em spoilers pesados, Rodrigo percorre o contexto que ajuda a assistir ao filme com outra lente: a diferença entre UFO, OVNI e UAP; o marco de 2017 com a reportagem do New York Times; os vídeos militares, David Fravor, Lou Elizondo e David Grusch; Roswell, Kecksburg, Nixon e o lore de crash retrieval; remote viewing, psionics, consciência e controle das naves; Ariel School, John Mack e relatos de abdução; Jacques Vallée, John Keel e a hipótese de seres interdimensionais; o papel da religião, do Vaticano, do Livro de Enoch e do choque ontológico. A conversa não tenta "provar aliens". O ponto é entender por que esse imaginário voltou com tanta força agora, em uma época de IA, drones, sensores, guerra eletrônica, deepfakes, segredos de Estado e crise de confiança nas instituições. No fim, Disclosure Day vira menos um filme sobre discos voadores e mais uma lente para discutir tecnologia, religião, poder, consciência e os limites do que a sociedade consegue absorver como verdade.

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  • #16
    June 12 · 1 hr 14 min

    #016 - Os Mega IPOs (SpaceX, Anthropic e OpenAI) e a AI que evolui sozinha

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem um momento em que mercado financeiro, inteligência artificial e estratégia nacional começam a se misturar de forma difícil de separar. A conversa começa com a demanda reportada pelo IPO da SpaceX: mais de US$250 bilhões de interesse para uma oferta planejada em torno de US$75 bilhões. A partir daí, Flavio e Rodrigo conectam SpaceX, xAI, Starlink, Nasdaq, ETFs, fundos de pensão e a ideia de que Elon Musk está vendendo não apenas foguetes, mas uma mitologia de infraestrutura futura. Depois, o episódio entra nos mega-IPOs de OpenAI e Anthropic, na possibilidade de a IA privada migrar para dentro dos índices de mercado e no que isso muda para a tese de "bolha de IA". Se essas empresas virarem parte de ETFs, aposentadorias e fundos passivos, a discussão deixa de ser só venture capital e passa a atravessar a economia inteira. Na segunda metade, o foco muda para recursive self-improvement: o momento em que a IA começa a participar da construção da própria IA. A conversa passa por Claude Fable, Mythos, autonomia, julgamento humano, agentes que escrevem código, gargalos de revisão, harnesses e o risco de organizações inteiras se redesenharem ao redor de sistemas autônomos. Por fim, Flavio e Rodrigo discutem a "Yellow Brick Road" da IA: onde startups ainda têm chance quando OpenAI, Anthropic e outros labs avançam pela application layer. A tese: wrappers horizontais ficam vulneráveis, mas workflows verticais, dados bagunçados, compliance, orquestração, educação e software customizado ainda podem criar valor real. Neste episódio: SpaceX, xAI, Starlink e a financeirização da mitologia Musk OpenAI, Anthropic e SpaceX como mega-IPOs trilionários IA como metacamada da economia, não apenas setor Recursive self-improvement e o papel humano no julgamento Claude Fable, Mythos e agentes de código mais autônomos Orquestração, prompts, specs e gargalos humanos Application layer, Yellow Brick Road e oportunidades para startups Software customizado versus SaaS generalista Entre no canal e acompanhe os próximos episódios do Between Futures.

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  • #15
    June 5 · 1 hr 22 min

    #015 - Magnifica Humanitas do Papa Leão XIV e o Apocalipse da AI

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem três camadas da mesma transformação: a inteligência artificial como força moral, geopolítica e trabalhista. A conversa começa com a encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV, e a comparação com a Rerum Novarum de Leão XIII. Se a Revolução Industrial trouxe prosperidade, mas também exploração, concentração de capital e conflito social, a pergunta agora é parecida: se a IA gerar abundância no futuro, quem paga o custo da transição agora? Depois, o episódio entra na regulação de IA como arma geopolítica. A ordem executiva de Donald Trump, a competição com a China, o risco de excesso regulatório na Europa e no Brasil, e a tensão entre segurança, inovação e soberania tecnológica aparecem como partes do mesmo tabuleiro. Por fim, Flavio e Rodrigo discutem a visão apocalíptica da IA sobre empregos: layoffs, AI washing, perda de espaço para trabalhadores júnior, educação, requalificação, concentração de capital e a frase que resume o curto prazo: você talvez não perca seu emprego para uma IA, mas para alguém que usa IA melhor do que você.

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  • #14
    May 29 · 1 hr 16 min

    #014 - SpaceX IPO: a Bíblia da Mitologia Muskiana

    Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem o S-1 da SpaceX como mais do que um documento financeiro: uma bíblia da Mitologia Muskiana. A conversa parte dos Master Plans da Tesla para entender como Elon Musk transforma roadmap, capital, execução industrial e narrativa civilizacional em uma tese de investimento. A partir daí, o episódio mergulha no IPO da SpaceX, na força real da Starlink, no peso financeiro da xAI, no valuation trilionário, na alocação para investidores de varejo e no debate entre bull case e bear case. Também entram na conversa os data centers orbitais, a Lua como parque industrial, manufatura espacial, mineração de asteroides, Marte como meta de remuneração, a escala de Kardashev e a pergunta central: quando uma empresa tenta vender o futuro da civilização como classe de ativo, o que é tecnologia, o que é fé e quando a fé vira preço? O episódio passa por: os Master Plans da Tesla e o padrão narrativo de Elon Musk; os números da SpaceX, Starlink e xAI; por que Starlink parece a empresa real que paga a conta; por que a xAI ajuda a justificar um TAM gigantesco; o papel do varejo no IPO; data centers orbitais, manufatura lunar, mineração de asteroides e Marte; a escala de Kardashev e a ambição de transformar a humanidade em uma civilização Type II; o bull case e o bear case para a SpaceX. A pergunta de fundo: a SpaceX está oferecendo infraestrutura da próxima economia ou transformando mitologia em asset class?

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