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Artwork for A História repete-se
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A História repete-se

Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho

Um diálogo descontraído em torno da História, dos seus maiores personagens e acontecimentos. 'A História repete-se' não é uma aula, mas quer suscitar curiosidade pelo passado e construir pontes com o presente. Todas as semanas Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho partem de um ponto que pode levar a muitos outros... São assim as boas conversas.

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  • 29 episodes
  • weekly
  • Avg 43 min
  • Portuguese
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  • Wednesday · 1 hr 2 min

    Talvez a melhor do Mundo: a História da cortiça e da indústria corticeira portuguesa

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o historiador e professor universitário Carlos Manuel Faísca para conversarem sobre a História da indústria corticeira e da cortiça portuguesa, considerada por muitos como a melhor do mundo. Quais as aplicações da cortiça na época pré industrial? Qual foi a importância da expansão do vinho engarrafado no desenvolvimento da indústria corticeira? Como evoluiu o setor a partir da segunda metade do século XIX? Ainda, qual o impacto no setor corticeiro português das políticas agrícolas do século XX? See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • September 30 · 1 hr 1 min

    A vida intensa e conturbada de Leonor de Almeida Portugal, condessa de Oeynhausen e marquesa de Alorna

    Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho conversam com Maria João Lopo de Carvalho, autora do livro “Marquesa de Alorna, do cativeiro de Chelas à corte de Viena”, adaptado a formato televisivo a estrear brevemente. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre era filha dos marqueses de Alorna e neta dos marqueses de Távora. O processo que condenaria os seus avós a uma execução bárbara também se refletiria na sua família nuclear. O pai seria encarcerado no forte da Junqueira, enquanto ela, a mãe e a irmã seriam enclausuradas no mosteiro de Chelas. Durante os dezoito anos de cativeiro, Leonor refugiou-se nos estudos e na poesia, tornando-se numa das mulheres mais cultas da sua época. Os seus versos transpirariam para fora do convento levando muitos poetas e literatos a frequentar os “outeiros poéticos”, que se realizavam, em certas ocasiões, na grade desse mosteiro, só para a conhecerem. É nesse período que o poeta Filinto Elísio lhe daria o nome arcádico de Alcipe. Com a morte de D. José e o afastamento do marquês de Pombal, o cativeiro da família terminava. Casaria pouco depois com um militar austríaco, o conde Oeynhausen. Até 1790, a nova condessa conheceria várias cortes europeias onde privaria de perto com grandes vultos da intelectualidade da época. A morte do marido, em 1793, leva-a a isolar-se e a dedicar-se à educação dos filhos e das raparigas pobres de Almeirim, onde permanecia grande parte do tempo. Em 1801, regressa à corte e é nomeada dama de honor da princesa Carlota Joaquina. Com o aumentar do perigo napoleónico, D. Leonor funda a Sociedade da Rosa. Apesar de formalmente ter um carácter literário era, sobretudo, um espaço de debate livre de ideias. Considerando que podia ser um foco de subversão, Pina Manique, o intendente da polícia, obriga D. Leonor a abandonar o país. Nos seus anos de exílio, em Espanha e em Londres, D. Leonor torna-se um elemento activo do movimento de contrarrevolução que ficou conhecido por Vendeia. Só será autorizada a regressar em 1814. Com a morte do irmão Pedro e seus descendentes acabaria por herdar, em 1823, o título de marquesa de Alorna. Morreria em 1839, aos 89 anos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • September 23 · 1 hr 10 min

    Batalha do Buçaco: quando portugueses e britânicos derrotaram os exércitos de Napoleão

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o major-general Rui Moura, especialista na História da Guerra Peninsular, para conversar sobre a terceira invasão francesa de Portugal, mais concretamente sobre a crucial batalha do Buçaco, travada a 27 de setembro de 1810, passam por estes dias 216 anos. Qual o enquadramento político e militar da terceira invasão francesa, comandada pelo marechal Massena? Como foi que o tenente-general Arthur Wellesley, comandante dos exércitos aliados britânico e português, organizou a resistência e a comandou para a vitória no Buçaco? Como decorreu a batalha e o que foi determinante para a derrota dos franceses? Por fim, quais as consequências militares desta célebre batalha? See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • September 16 · 56 min

    Todos contra os “Cabrais”: a “Maria da Fonte” e a Guerra Civil da Patuleia (1846-1847)

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho conversam sobre a efervescente década de 1840 em Portugal, mais concretamente sobre a polémica figura de António Bernardo da Costa Cabral. Oriundo politicamente dos clubes radicais da esquerda liberal, Costa Cabral mudou por completo de posicionamento político no final da década de 1830, tornando-se então num expoente do “cartismo”, ou seja, da defesa de um governo forte articulado com o rei e sob os auspícios da Carta Constitucional de 1826. Entre 1842 e 1846, Costa Cabral foi a principal figura política de um governo formalmente liderado pelo duque da Terceira. Dinâmico e “fazedor”, Costa Cabral tinha no entanto tendências autoritárias. O seu desprezo pelas oposições, pelo parlamento e pelos costumes, bem como o seu enriquecimento súbito, suscitaram comentários e acabaram por juntar todo o espectro político contra si, dos setembristas aos miguelistas. Em 1846, foi demitido pela Rainha na sequência da revolta popular da “Maria da Fonte”. Seguiu-se a guerra civil da “Patuleia”, que terminou após a intervenção militar da Espanha e Reino Unido. Contudo, Costa Cabral contou com o apoio da Rainha D. Maria II para voltar ao governo em 1849, mas nada seria como antes. Em finais da década de 1840, toda a classe política liberal queria conduzir Portugal ao “progresso”, mas sem os métodos de Costa Cabral. Foi o que aconteceu a partir de 1851, data do início da “Regeneração”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • September 9 · 53 min

    As contradições de um ” déspota iluminado”: A vida e a obra de Diogo Inácio de Pina Manique

    Nascido a 3 de outubro de 1733, Diogo Inácio de Pina Manique teve uma carreira fulgurante ocupando com eficácia e zelo, por vezes excessivo, os principais cargos administrativos da sua época. A sua ação resoluta e pragmática foi reconhecida tanto pelo Marquês de Pombal como pela rainha D. Maria I. Seria, contudo, muito pouco complacente com os que não cumpriam as suas regras. Foi o que aconteceu em 1777 quando mandou incendiar, de noite, a aldeia piscatória da Trafaria para apanhar alguns homens que tinham fugido ao recrutamento. Ficaria, por isso conhecido como “O Carrasco da Trafaria”. Em 1780, D. Maria I nomeia-o Intendente Geral da Corte e do Reino. Mais uma vez, assumiria o cargo com extremo zelo. Com a difusão dos ideais da Revolução Francesa e sobretudo com a ascensão de Napoleão Bonaparte – que vinham colocar em causa o absolutismo real - Pina Manique vai de forma quase paranoica perseguir todos os que potencialmente tivessem simpatias pelos ventos que sopravam de França. Muitos ver-se-iam obrigados a abandonar o país por imposição do Intendente ou para para não serem incomodados pelos seus esbirros. Seria o caso do abade Correia da Serra, um dos fundadores da Academia das Ciências, e dos da poetas Marquesa de Alorna e Filinto Elísio. Por outro lado, Diogo Inácio de Pina Manique foi um adepto do estudo científico que, com a direção do matemático José Anastácio da Cunha, fez aplicar na obra assistencial que criou em 1780, a Real Casa Pia de Lisboa. O objectivo era tirar das ruas crianças desvalidas, de ambos os sexos – que potencialmente poderiam tornar-se mendigos ou criminosos - para os alimentar e educar para que se pudessem integrar, posteriormente, na sociedade. Os alunos que se destacassem eram encaminhados para a universidade de Coimbra podendo os de medicina, mais tarde, especializar-se no estrangeiro. Os que demonstrassem talento artístico, como Vieira Portuense, Domingues Sequeira e João José de Aguiar iriam para Roma. Defensor de um absolutismo iluminado, Pina Manique foi, aliás como o Marquês de Pombal, um homem de grandes obras e de grandes violências. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • September 2 · 48 min

    D. Fernando II e a Condessa d’Edla, os protetores das artes e criadores do Parque da Pena

    Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho relembram Elise Hensler (1836-1929), uma cantora de ópera de origem suíça americana com quem o rei D. Fernando II se casaria, em segundas núpcias, treze anos depois da morte da rainha D. Maria II. Fortemente contestado na sua época, o polémico casal foi, durante anos, votado a um certo ostracismo pela aristocracia portuguesa, como se depreende de uma carta de D. Fernando ao filho, o rei D. Luís: “Eu tenho pensado maduramente sobre esse assunto e acho que por ora mais acertado não irmos nós lá, por esta vez. Não é pelo público mas por causa de pessoas que não nos tem visitado por ora, e por isso alegam motivos que só em cabeças de cuco é que podem ter origem.” Após o casamento, Elise receberia de Ernesto II, primo de D. Fernando e chefe da Casa de Coburgo, o título de Condessa d’Edla. Amante da música, das artes e da natureza, foi a companheira ideal para D. Fernando, sendo a principal responsável pela criação do magnífico Parque da Pena e da sua grande protetora até à implantação da República. Após a morte do marido continuaria a apoiar financeiramente, também, os seus protegidos: o jovem pintor Columbano e o pianista e compositor Viana da Motta. Injustamente vilipendiada na sua época, foi, e talvez por isso, uma mulher culta, activa e com voz própria. Honrando até ao fim da sua vida, em 1929, a memória do marido, soube ganhar a estima e o respeito dos que com ela privaram de perto, quer fossem criados, diplomatas, médicos, intelectuais ou mesmo membros da família real. D. Pedro II do Brasil aceitou-a, sem reserva, como esposa do viúvo da sua irmã, sendo um dos seus mais fiéis amigos. Para o infante D. Augusto, o filho mais novo de D. Fernando, foi a mãe que ele não teve. Com a rainha D. Amélia compartilhou o amor que ambas tinham à Pena. Elise Hensler, Condessa d’Edla, morreria, em Lisboa, a 21 de maio de 1929 na véspera de completar 93 anos. Os jornais americanos noticiariam a sua morte sob o título “Only American Girl Who Ever Wed a King.” See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • August 26 · 55 min

    Cantando e rindo: A exposição do Mundo Português no contexto da propaganda no Estado Novo

    Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho relembram a Exposição do Mundo Português que, com um timing infeliz, abriria as suas portas a 23 de Junho de 1940, um dia a seguir à rendição da França, em Compiègne, à Alemanha nazi. Com a Europa mergulhada quase integralmente nas trevas, Lisboa, capital de um país neutro, festejava brilhantemente o Duplo Centenário da Independência e da Restauração. Concebida para mostrar ao mundo e aos portugueses as glórias passadas e as conquistas do Estado Novo, a exposição – ponto alto com que se encerrariam as Comemorações - acabaria por falhar parte desse objectivo. A guerra determinaria um número de visitantes estrangeiros muito menor do que o esperado. Por essa altura, porém, o país, recebia milhares de refugiados em trânsito graças ao acto de consciência do cônsul português de Bordéus, Aristides de Sousa Mendes. Contudo, os que chegavam tinham outras preocupações. E, apesar de a Exposição ter tido - durante os cinco meses que esteve aberta - cerca de 3 milhões de visitantes, a esmagadora maioria eram visitantes nacionais vindos de todo o país. Coube a António Ferro a seleção dos arquitectos e artistas da exposição. O director do Secretariado de Propaganda Nacional escolheria a nata da geração modernista incluindo mesmo aqueles que, como Arlindo Vicente e Cassiano Branco, estavam visivelmente desalinhados com Estado Novo. A Exposição do Mundo Português foi fruto de um regime totalitário que a usou como trunfo propagandístico. Contudo, não deixou de ser um acontecimento absolutamente marcante no panorama cultural português. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • August 19 · 44 min

    Rainha D. Leonor, a mulher mais rica da Europa

    Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho relembram a rainha D. Leonor, mulher de D. João II. Filha do infante D. Fernando, duque de Viseu e de Beja e de D. Beatriz - a única mulher a desempenhar o cargo de governadora da Ordem de Cristo - D. Leonor (1458-1525) foi, a todos os títulos, uma rainha fora do comum. Culta e letrada, substituiu o marido nas suas ausências e foi regente de seu irmão, o rei D. Manuel. Protetora das artes, foi mecenas de Gil Vicente, a quem encomendou inúmeros autos, financiou a realização de pintura primitiva portuguesa e encomendou, no estrangeiro, vários retábulos para os seus conventos. Para além disso apoiou a impressão de livros, nomeadamente As Viagens de Marco Polo, mas também a ourivesaria e a iluminura. Enquanto regente, criou, em 1498, a Misericórdia de Lisboa, uma instituição de beneficência que viria a ser a base de uma futura rede de instituições similares que se espalhariam por todo o império e que ainda hoje subsiste. Frei Jerónimo de Belém chamou-lhe a rainha perfeitíssima, um epiteto inspirado no cognome de seu marido, o Príncipe Perfeito. Seria por sua influência que, após a morte do príncipe D. Afonso, D. João II designaria, a contragosto, como sucessor D. Manuel, o irmão mais novo da rainha. Talvez por isso, o rei Venturoso manteria até à morte uma profunda reverência pela irmã, consultando-a sobre assuntos da governação e acatando os seus conselhos. Apesar de ter sido, na sua época, a princesa mais rica da Europa, D. Leonor viveu sobretudo para o mundo espiritual mantendo uma conduta de vida inspirada na humildade franciscana. Depois de viúva “eclipsou-se” socialmente vivendo de forma quase monacal. Por sua vontade foi sepultada em campa rasa no convento da Madre de Deus – hoje Museu do Azulejo- que fundara em 1509. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • August 12 · 1 hr 3 min

    Aljubarrota, entre os mitos e a realidade: a “batalha real” de 14 de agosto de 1385

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o historiador militar Miguel Gomes Martins para conversar sobre a decisiva batalha de Aljubarrota, a “batalha real”, travada a 14 de agosto de 1385 entre as hostes de D. João I, rei de Portugal, e de Juan I, rei de Castela. Qual o contexto político e militar desta batalha decisiva? Quais as estratégias das forças portuguesas e castelhanas? E qual o papel dos seus principais protagonistas: o rei de Portugal, o rei de Castela, e D. Nuno Álvares Pereira, condestável de Portugal? Por fim, que mitos se perpetuaram sobre esta batalha e o que de facto se passou a 14 de agosto de 1385 em Aljubarrota? See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • August 5 · 1 hr 7 min

    Breve viagem pela História da humanidade, com Gonçalo Cadilhe

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram Gonçalo Cadilhe, “turista profissional”, escritor, fotógrafo e documentarista, para uma conversa a propósito do seu último livro “Mais além — uma história sentimental da viagem e dos viajantes”. A conversa partiu de África, berço da humanidade; continuou pelas Américas, Ásia e Europa, para onde o ser humano migrou e se fixou; parou no próximo oriente, onde construiu as primeiras cidades; avançou pelas estradas que os romanos construíram; peregrinou até Roma, Santiago de Compostela e Meca; embarcou em naus e caravelas para chegar à Índia e dar a volta ao mundo; acompanhou James Cook até à Austrália; apanhou um comboio a vapor e, por fim, aterrou de avião no presente. A História da humanidade é sobretudo uma grande viagem ainda inacabada pelo tempo e pelos espaços. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E11
    July 31 · 22 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: Depois da Lua, Marte? (Final da Série)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. Quem se lembra ainda de “Espaço 1999”? Nos anos 70 todos pensavam que, no final do século, as pessoas já poderiam estar a viver na Lua. Mas, meio século depois, na verdade nunca mais lá voltámos. O regresso pode estar agendado para dentro de 5 anos, mas será possível? A Lua será na verdade apenas um portal para uma nova missão “impossível” da Humanidade. E, no final, convidamo-lo a olhar para ela com os mesmos olhos de Alice See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • July 31 · 1 hr 5 min

    A política externa do Estado Novo (parte 1)

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o embaixador Bernardo Futscher Pereira — autor de uma trilogia sobre a Diplomacia portuguesa durante o Estado Novo — para o primeiro de dois episódios sobre este tema. Este primeiro episódio parte de 1932, ano em que Salazar ascendeu à liderança do governo português, e termina em 1961, ano da invasão de Goa e do começo da guerra em Angola. Qual o envolvimento de Portugal na guerra civil de Espanha? Como foi executada a ambígua política de neutralidade durante a II guerra mundial? Quais os desafios internacionais do pós guerra? Como foi que o regime ditatorial do Estado Novo justificou a sua política nas instâncias internacionais? A terminar este primeiro episódio, qual o enquadramento da invasão de Goa e do início da guerra contra os movimentos independentistas em Angola? See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • July 31 · 55 min

    “Orgulhosamente sós”: a política externa do Estado Novo (parte II)

    Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho continuam a conversa com o embaixador Bernardo Futscher Pereira sobre a política externa do Estado Novo, desta vez sobre os anos entre 1961 e 1974. Qual o enquadramento internacional de Portugal em 1961, ano em que começou a guerra em Angola? Houve possibilidades de negociação com os movimentos de libertação? Quem se ofereceu para os mediar e porque não aconteceram? E houve mudanças na política externa portuguesa a partir do governo de Marcelo Caetano? Quem foram os principais aliados e os principais opositores do regime autoritário do Estado Novo? Por fim, o regime estava em 1974 ainda mais “orgulhosamente só” que em 1961? See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E10
    July 30 · 18 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: Acabou a lua-de-mel (EP. 10)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. Três anos e meio depois de ter começado, a relação dos americanos com o programa Apollo acabou. Saía muito cara, e o fascínio e o entusiasmo inicial acabariam por dar lugar ao aborrecimento da banalidade. Mas os “filhos” dessa relação iriam mudar o mundo See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E9
    July 29 · 19 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: A caixa que mudou o Espaço (EP. 9)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. No espaço de poucos anos o programa espacial americano passou do secretismo militar à televisão em direto e sem filtros a partir da Lua. Como é que isso foi possível? E como é que a “caixinha mágica" veio fazer com que todas as pessoas estivessem a bordo da Apollo 11 há 50 anos? Este episódio conta ainda com Júlio Verne e Isaac Azimov See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E8
    July 28 · 11 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: Pink Floyd e a hipótese de uma tragédia (EP. 8)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. “O destino comandou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.” Em julho de 1969, o presidente Richard Nixon já tinha um discurso preparado para o caso de Neil Armstrong e Buzz Aldrin ficarem presos na Lua e serem abandonados à morte. Não haveria qualquer hipótese de resgate. Michael Collins sabia que “iria regressar e ser um homem marcado para o resto da vida”. Este episódio começa e acaba com Pink Floyd. E pelo meio há... Pink Floyd See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E7
    July 27 · 19 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: Um segredo nunca revelado (EP. 7)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. Neil Armstrong caminhou durante cerca de duas horas e meia na Lua, mas foram os dez minutos em que esteve sozinho e se afastou da câmara de televisão que deixaram um mistério que permanece até hoje. Em Portugal, no dia em que o Homem chegou à Lua, o Telejornal abriu com a inauguração de uma fábrica de cimento em Pataias. Mas, cinquenta anos depois, fomos descobrir a criança que percebeu a importância daquela realidade que parecia fantasia See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E6
    July 26 · 14 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: Quando o mundo prendeu a respiração (EP. 6)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. A 20 de julho de 1969 seiscentos milhões de pessoas estiveram quase sem respirar durante 12 minutos e meio. A dramática descida dos astronautas para a Lua teve de tudo: começou com quebras de comunicações, prosseguiu com alarmes do computador de bordo e terminou com o combustível no limite. E, no final, Neil Armstrong e Buzz Aldrin deram um novo mundo ao mundo See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E5
    July 25 · 13 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: A 'águia' que voou até à Lua (EP. 5)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. Não tinha cadeiras, os motores eram mais pequenos do que os de um carro normal, e as janelas dois exíguos triângulos. Mas, ainda assim, “Eagle” aterrou dois homens na Lua há 50 anos e era, na altura, a nave mais sofisticada alguma vez construída. Neste episódio de “Magnífica Desolação” vamos perceber como foi construído o módulo lunar e contar ainda a história da qual, décadas depois, quase ninguém fala: quando a Apollo 11 chegou à Lua não estava sozinha See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • S1 · E4
    July 24 · 17 min

    Especial Verão | Magnífica Desolação: As engenheiras que fizeram história na NASA (EP. 4)

    Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade. Durante vários anos as mulheres não puderam ser astronautas, mas sem elas os homens nunca teriam ido ao Espaço em primeiro lugar. Seja na área da matemática e análise de órbitas e trajectórias, da programação e utilização dos primeiros computadores, ou mesmo em mundos masculinos como as salas de controlo, as mulheres foram fundamentais para o programa espacial. E quando chegou o dia de pôr um homem na Lua pela primeira vez, elas também estavam lá para marcar a diferença See omnystudio.com/listener for privacy information.

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