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Manhãs com Jesus · Thursday · 2 min

Quando alimento a raiva - Ester 3

Quando alimento a raiva Leitura: Ester 3 Seleção Et 3.5Quando Hamã viu que Mordecai não se inclinava nem se prostrava diante dele, encheu-se de furor. Observação A raiva é um sentimento que, vez ou outra, surge em nossos corações. Isso faz parte da nossa natureza caída. Mas o ponto é: o que fazemos com essa raiva? Alimentamos? Elaboramos pensamentos e ideias de como ferir aquela pessoa que nos atingiu? Ou apresentamos esse sentimento aos pés de Jesus? Em Ester 3, a narrativa registra a ira de Hamã e suas ações contra os judeus. Depois de receber uma posição elevada no reino, ele viu que Mordecai não se prostrava diante dele e ficou furioso. O versículo seguinte informa que considerou pouco atentar apenas contra Mordecai e procurou destruir todos os judeus do império. Esse propósito avançou para uma ação organizada. Hamã apresentou sua proposta ao rei, recebeu autorização e fez expedir um decreto de extermínio que incluía mulheres e crianças. O capítulo termina com a cidade de Susã perplexa. A narrativa apresenta uma sequência concreta: Hamã se enfureceu, planejou destruir pessoas e mobilizou o poder do reino para executar esse plano. Diante dessa sequência, precisamos examinar nossas próprias atitudes. Na sua carta aos Efésios, Paulo nos orienta a não pecar quando estamos irados nem prolongar essa ira. Isso nos chama a interromper insultos, ameaças e planos de retaliação. Podemos levar nossa raiva a Deus, reconhecer nossos pecados e buscar uma conversa responsável sobre aquilo que precisa ser resolvido. E essa resposta encontra seu fundamento no perdão que recebemos em Jesus. Devemos abandonar a ira e a maldade, tratando uns aos outros com bondade e compaixão, porque Deus nos perdoou em Cristo. Seu perdão nos conduz ao arrependimento e orienta nossa maneira de tratar o próximo. Ou seja, se fomos perdoados pelo próprio Deus, por que não perdoaríamos aqueles que nos fizeram algum tipo de mal? Petição Pai, perdoa minha ira pecaminosa e meu desejo de ferir. Lembra-me do perdão recebido em Cristo e ensina-me a responder com bondade e domínio próprio. Aplicação Hoje, identificarei uma situação em que estou alimentando raiva, confessarei a Deus qualquer desejo de retaliação e escreverei uma resposta respeitosa para tratar do problema sem atacar a pessoa.

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Quando alimento a raiva

Leitura: Ester 3


Seleção

Et 3.5Quando Hamã viu que Mordecai não se inclinava nem se prostrava diante dele, encheu-se de furor.


Observação

A raiva é um sentimento que, vez ou outra, surge em nossos corações. Isso faz parte da nossa natureza caída. Mas o ponto é: o que fazemos com essa raiva? Alimentamos? Elaboramos pensamentos e ideias de como ferir aquela pessoa que nos atingiu? Ou apresentamos esse sentimento aos pés de Jesus?


Em Ester 3, a narrativa registra a ira de Hamã e suas ações contra os judeus. Depois de receber uma posição elevada no reino, ele viu que Mordecai não se prostrava diante dele e ficou furioso. O versículo seguinte informa que considerou pouco atentar apenas contra Mordecai e procurou destruir todos os judeus do império.


Esse propósito avançou para uma ação organizada. Hamã apresentou sua proposta ao rei, recebeu autorização e fez expedir um decreto de extermínio que incluía mulheres e crianças. O capítulo termina com a cidade de Susã perplexa. A narrativa apresenta uma sequência concreta: Hamã se enfureceu, planejou destruir pessoas e mobilizou o poder do reino para executar esse plano.


Diante dessa sequência, precisamos examinar nossas próprias atitudes. Na sua carta aos Efésios, Paulo nos orienta a não pecar quando estamos irados nem prolongar essa ira. Isso nos chama a interromper insultos, ameaças e planos de retaliação. Podemos levar nossa raiva a Deus, reconhecer nossos pecados e buscar uma conversa responsável sobre aquilo que precisa ser resolvido.


E essa resposta encontra seu fundamento no perdão que recebemos em Jesus. Devemos abandonar a ira e a maldade, tratando uns aos outros com bondade e compaixão, porque Deus nos perdoou em Cristo. Seu perdão nos conduz ao arrependimento e orienta nossa maneira de tratar o próximo. Ou seja, se fomos perdoados pelo próprio Deus, por que não perdoaríamos aqueles que nos fizeram algum tipo de mal?


Petição

Pai, perdoa minha ira pecaminosa e meu desejo de ferir. Lembra-me do perdão recebido em Cristo e ensina-me a responder com bondade e domínio próprio.


Aplicação

Hoje, identificarei uma situação em que estou alimentando raiva, confessarei a Deus qualquer desejo de retaliação e escreverei uma resposta respeitosa para tratar do problema sem atacar a pessoa.