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Duchamp · May 13 · 2 min

Urinol 54 - Guarda-roupa de lambe-cus

Guarda-roupa de lambe-cus  Duchamp é um podcast que mija de pé e onde calha. Humor, vandalismo poético, pilhagem e pichagem em horário pós-laboral.  Bio provisória do ventríloquo do podcast, o excelso banana Roberto Gamito: Roberto Gamito é mais um repetente da escola da vida. Em tenra idade, foi puxado pela orelha pela mãe após ter profanado uma estátua com mijo. Desafortunadamente, não nasceu numa família de activistas e foi castigado com mil e uma palmadas no rabo. Segundo fontes minimamente seguras, ficou com as nalgas a parecer uma Xerazade, as quais, se falassem, teriam um sem-fim de estórias para contar. A farpela de humorista não lhe assenta bem, e sempre que pode anda nu com um gorro na piça. A piça, tal como o velho, não se dá bem no frio. Prefere a verdade ao riso, o pensamento à gargalhada e o bitoque à sopa. E o silêncio a esta frase disparatada. Depois do exílio na universidade, regressa a Paris em 1974 para ver a revolução portuguesa da varanda com os seus binóculos. Dez anos depois sucede, infelizmente, o seu nascimento. Viveu na obscuridade e sem um tostão, qual albino de classe baixa, mas a sua obstinação fez com que ele alcançasse um estatuto invejável — o anonimato, pese embora tenha ganho momentâneo destaque com a obra Elogio ao Escroto. É crente na santa trindade cu, mamas e pipi. A sua inscrição tumular dirá tudo o que precisamos saber sobre este selvagem: “Mas que merda vem a ser esta?!”  Para bem de uma relação que não existe, solicito as vossas dispensáveis 5 estrelas no Spotify.  Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/robertogamito/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Substack: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://robertogamito.substack.com⁠⁠⁠

0:00-2:39

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show notes

Guarda-roupa de lambe-cus



Duchamp é um podcast que mija de pé e onde calha. Humor, vandalismo poético, pilhagem e pichagem em horário pós-laboral.



Bio provisória do ventríloquo do podcast, o excelso banana Roberto Gamito:

Roberto Gamito é mais um repetente da escola da vida. Em tenra idade, foi puxado pela orelha pela mãe após ter profanado uma estátua com mijo. Desafortunadamente, não nasceu numa família de activistas e foi castigado com mil e uma palmadas no rabo. Segundo fontes minimamente seguras, ficou com as nalgas a parecer uma Xerazade, as quais, se falassem, teriam um sem-fim de estórias para contar.

A farpela de humorista não lhe assenta bem, e sempre que pode anda nu com um gorro na piça. A piça, tal como o velho, não se dá bem no frio. Prefere a verdade ao riso, o pensamento à gargalhada e o bitoque à sopa. E o silêncio a esta frase disparatada. Depois do exílio na universidade, regressa a Paris em 1974 para ver a revolução portuguesa da varanda com os seus binóculos. Dez anos depois sucede, infelizmente, o seu nascimento.

Viveu na obscuridade e sem um tostão, qual albino de classe baixa, mas a sua obstinação fez com que ele alcançasse um estatuto invejável — o anonimato, pese embora tenha ganho momentâneo destaque com a obra Elogio ao Escroto. É crente na santa trindade cu, mamas e pipi.

A sua inscrição tumular dirá tudo o que precisamos saber sobre este selvagem: “Mas que merda vem a ser esta?!”



Para bem de uma relação que não existe, solicito as vossas dispensáveis 5 estrelas no Spotify.



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