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Artwork for Dito e Feito
Dito e Feito · February 10 · 33 min

#80 Cire Ndiaye conversa com Kai Fernandes

A propósito do workshop "E quando trabalho sobre o meu trauma? - Metodologias para trabalhar a partir de um lugar de violência ao estilo de Cire Ndiaye", Kai Fernandes, psicólogo e ativista, conversa com a artista e criadora Cire Ndiaye sobre as suas experiências, vivências e métodos para lidar com o trauma – coletivo e pessoal – e a romantização da superação e da resistência. Neste podcast, conversam sobre práticas e metodologias a que uma pessoa pode recorrer para encontrar bem-estar e conforto numa sociedade colonial e capitalista. Tocam assuntos como a perda de ancoragem ou a falta de ritual na sociedade ocidental, destacando a importância de procurar lugares seguros e estáveis num mundo sempre em movimento e mudança. Kai é psicólogo negro e trans dedicado a apoiar as comunidades racializadas e LGBTQIA+ no seu processo de cura. É ativista anti-racista e criador da African tour Porto. É autor da página de instagram @quotidianodeumanegra onde expressa as suas inquietudes. Cire Ndiaye é uma pessoa não-binária, miscigenada, violinista de formação clássica, atriz, performer, criadora, sonoplasta, taróloga, técnica de serviços funerários e estrela de rock. No dia 21 de fevereiro, no TBA, irá moderar o workshop “E quando trabalho sobre o meu trauma? - Metodologias para trabalhar a partir de um lugar de violência ao estilo de Cire Ndiaye”. Ficha Técnica Conversa com Cire Ndiaye e Kai Fernandes Edição: Joana Linda Produção: Teatro do Bairro Alto |

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A propósito do workshop "E quando trabalho sobre o meu trauma? - Metodologias para trabalhar a partir de um lugar de violência ao estilo de Cire Ndiaye", Kai Fernandes, psicólogo e ativista, conversa com a artista e criadora Cire Ndiaye sobre as suas experiências, vivências e métodos para lidar com o trauma – coletivo e pessoal – e a romantização da superação e da resistência.
Neste podcast, conversam sobre práticas e metodologias a que uma pessoa pode recorrer para encontrar bem-estar e conforto numa sociedade colonial e capitalista. Tocam assuntos como a perda de ancoragem ou a falta de ritual na sociedade ocidental, destacando a importância de procurar lugares seguros e estáveis num mundo sempre em movimento e mudança.

Kai é psicólogo negro e trans dedicado a apoiar as comunidades racializadas e LGBTQIA+ no seu processo de cura. É ativista anti-racista e criador da African tour Porto. É autor da página de instagram @quotidianodeumanegra onde expressa as suas inquietudes.

Cire Ndiaye é uma pessoa não-binária, miscigenada, violinista de formação clássica, atriz, performer, criadora, sonoplasta, taróloga, técnica de serviços funerários e estrela de rock. No dia 21 de fevereiro, no TBA, irá moderar o workshop “E quando trabalho sobre o meu trauma? - Metodologias para trabalhar a partir de um lugar de violência ao estilo de Cire Ndiaye”.

Ficha Técnica
Conversa com Cire Ndiaye e Kai Fernandes
Edição: Joana Linda
Produção: Teatro do Bairro Alto

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