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Nesta crônica, Mônica Cunha nos convida a voltar a um lugar onde o tempo parece caminhar mais devagar. Entre a mesa no jardim, o café ainda quente, a jabuticabeira, as conversas que atravessam os anos e um pedaço de bolo levado para casa, ela reflete sobre os reencontros, a amizade e a beleza das mudanças. Porque voltar nunca é repetir: é chegar diferente, levando consigo novas histórias e redescobrindo o afeto que sempre esteve ali.





